{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreigu2gzwq36nsltwh6nr5a7apbgokr2x7nnboa7deh2645ui544bsm",
"uri": "at://did:plc:fi6ft2rjjxnr5a5bbljvn7of/app.bsky.feed.post/3mjh4zswo4ue2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreievs5w7h6p6a7q7fyogfhxlz6bykzjkgwszvwwcnu2ohmi3hcalxm"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 4292867
},
"path": "/cotacoes/noticia/2026/04/preco-da-soja-ensaia-reacao-apos-sequencia-de-quedas.ghtml",
"publishedAt": "2026-04-14T09:15:33.000Z",
"site": "https://globorural.globo.com",
"tags": [
"globorural"
],
"textContent": "\nO preço da soja tenta ensaiar reação no Brasil, mas a tendência ainda indica poucas mudanças para as cotações. Nesta segunda-feira (13/4), o indicador Cepea/Esalq base porto de Paranaguá (PR) teve alta de 0,09%, com a saca cotada a R$ 126,70. Depois de quatro baixas consecutivas, as cotações avançaram, mas, para Ale Delara, diretor da Delara Agronegócios, os fundamentos para o mercado da soja estão bem definidos. “Com a colheita se aproximando de 90% da produção e a comercialização próxima de 60%, o diferencial que pode mexer com os preços é o câmbio. Ainda assim, pouca coisa pode acontecer no curto prazo para mudar o panorama de preço”, disse. Na bolsa de Chicago, os lotes da soja com entrega para maio fecharam em baixa de 1,15%, para US$ 11,6225 o bushel. Nas demais praças brasileiras monitoradas pela AgRural, em Ponta Grossa (PR), a saca de soja terminou em R$ 120,50, recuo de R$ 0,50 relação a sexta-feira (10). Em Rondonopólis (MT), a cotação ficou em R$ 106, redução de R$ 1. Em Luis Eduardo Magalhães, a cotação registrou forte baixa, de R$ 3, com a saca negociada a R$ 111.",
"title": "Preço da soja ensaia reação após sequência de quedas"
}