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"textContent": "\nO ministro da Agricultura, André de Paula, vai indicar Guilherme Coelho para a presidência do Conselho de Administração da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), apurou a reportagem com fontes da Pasta. Ele substituirá Carlos Augustin, que era assessor especial do ex-ministro Carlos Fávaro e presidia o colegiado na estatal, mas que renunciou ao cargo ao deixar o governo na semana passada. Procurado, o Ministério da Agricultura ainda não retornou. Coelho é ex-deputado federal e foi presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) até o ano passado. Ele também foi prefeito de Petrolina (PE) duas vezes. É engenheiro agrônomo e empresário do ramo da fruticultura. Coelho e André de Paula foram colegas na Câmara dos Deputados na Legislatura entre 2015 e 2019. Ambos são pernambucanos nascidos em Recife. Coelho já tem acompanhado André de Paula em diversas agendas ao longo desta semana em Brasília. Esteve em reuniões com as equipes de algumas secretarias do ministério. Nesta quinta-feira (9/4), participou do encontro do ministro com a diretoria-executiva da Embrapa, na sede da empresa, em Brasília. Procurado, o ex-deputado e ex-presidente da Abrafrutas não respondeu. \"Liderar um ministério que é responsável por um dos setores mais importantes da economia do Brasil implica em fortalecer a Embrapa\", disse o ministro, em vídeo divulgado há pouco. André de Paula citou a importância da estatal para o desenvolvimento da fruticultura em Pernambuco, mas não mencionou a indicação. A Embrapa tem quase oito mil funcionários e orçamento de R$ 4,8 bilhões em 2026. A empresa tem 43 unidades espalhadas pelo país, duas delas em Pernambuco: a Embrapa Semiárido, em Petrolina, e a Unidade de Execução de Pesquisa (UEP), focada em solos, em Recife. Fontes confirmaram que o ministro citou a indicação durante a reunião. Adriana Vilela Toledo, chefe de gabinete de André de Paula, também será indicada para outra vaga no Consad. O Ministério da Agricultura tem quatro das oito vagas do Conselho de Administração da Embrapa. Duas são de representantes diretos da Pasta e duas de membros independentes. O presidente do colegiado é, obrigatoriamente, alguém indicado pela Pasta. As vagas de representantes diretos estão vagas após as saídas de Carlos Augustin e Wilson Gambogi Pinheiro Taques, então chefe de gabinete de Fávaro e membro do conselho. As cadeiras de membros independentes continuam com Teresa Cristina Vendramini e Celso Armando Fugolin. Não há perspectiva de nomeação de Guilherme Coelho para atuar no Ministério da Agricultura no momento. Assim, ele deverá ser indicado como membro independente. O estatuto da Embrapa permite a eleição como presidente de pessoas indicadas nessa condição. Compõem ainda o conselho um membro indicado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, um membro indicado pelo Ministério da Fazenda, um membro indicado pelo Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação e um representante dos empregados da estatal. O mandato é de dois anos, com possibilidade de três reconduções consecutivas. Antes da eleição, os nomes devem passar pelo crivo do Comitê de Pessoas, Elegibilidade, Sucessão e Remuneração da empresa. Ainda não há data para a confirmação dos novos membros. A expectativa, porém, é que o movimento ocorra rapidamente, disse uma fonte.",
"title": "Ministro vai indicar aliado para conselho da Embrapa"
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