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  "textContent": "\nOs preços da soja encerraram esta terça-feira (24/2) em alta na bolsa de Chicago. O contrato mais negociado, para maio de 2026, ajustou para US$ 11,55 por bushel, valorização de 0,48%. O grão para julho deste ano subiu 0,41% e fechou a US$ 11,68 o bushel. Os contratos do grão abriram a sessão em baixa, com o mercado ainda avaliando as medidas anunciadas pelo presidente americano Donald Trump. Em resposta à decisão da Suprema Corte dos EUA, que classificou o tarifaço como ilegal, Trump anunciou uma tarifa global de 10% e, depois, disse que a elevaria para 15%. Analistas de mercado consideraram que a decisão de Trump provocaria incerteza sobre a demanda chinesa pela soja americana, ao mesmo tempo em que o Brasil está com a safra nova entrando no mercado. Na mínima do dia, a soja para maio chegou a valer US$ 11,47 por bushel. Mas, no decorrer da sessão, inverteu a tendência e fechou perto da máxima do dia, que foi de US$ 11,57 o bushel. Na avaliação da consultoria Granar, da Argentina, a incerteza em relação à China limitou o movimento de alta das cotações. Mas acabou pesando o movimento dos derivados de soja, liderado pelo óleo, com altas de mais de 1% nos contratos de mais curto prazo em Chicago. O farelo encerrou a sessão com altas entre 0,61% e 0,65% nos lotes mais negociados. Milho O preço do milho fechou em baixa na maior parte dos contratos na bolsa de Chicago. O dia no mercado futuro do cereal foi marcado pela expectativa em relação ao mandato de biocombustíveis nos Estados Unidos, informa a consultoria Granar. O contrato mais negociado, de maio de 2026, caiu 0,4% e fechou a US$ 4,3850. Para julho de 2026, o cereal foi cotado a US$ 4,4750, queda de 0,28%. Em boletim, os analistas da Granar destacam que a comissão responsável por analisar a mistura de 15% de etanol na gasolina perdeu o prazo para apresentar a proposta o Congresso americano. Também não sinalizou como dará sequência à discussão do assunto. A falta de notícias consideradas relevantes sobre o mercado de etanol, que, nos EUA, tem o milho como principal matéria-prima, pressionou os preços na bolsa. Trigo O dia foi de queda para o trigo em Chicago. O contrato para maio de 2026 ajustou para US$ 5,7325 (-0,09%). +Veja mais cotações na ferramenta da Globo Rural",
  "title": "Soja reverte queda e encerra o dia com alta na bolsa de Chicago"
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