{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreicypa6bxg4mssj2bi2x4n6bcos7syksab2nnh6nipec6f4feyhdde",
"uri": "at://did:plc:fhjsdbo2dwj3jgieya3s37fw/app.bsky.feed.post/3mhqkccnqksu2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreifcu5u75a4gik57b6l5bda6gm66kzujjk7ulahbdmbhdixlql4jlm"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 50375
},
"path": "/marathon-review-analise",
"publishedAt": "2026-03-23T15:23:27.000Z",
"site": "https://www.eurogamer.pt",
"tags": [
"Shooter",
"Xbox Series X/S",
"Bungie",
"Multiplayer Competitive",
"PS5",
"Marathon (2026)",
"First person",
"PC",
"Ler mais"
],
"textContent": "Quando a Bungie decidiu ressuscitar Marathon sob a forma de um shooter de extração, houve muita curiosidade sobre a forma como o icónico estúdio por detrás de Halo e Destiny ia fazer as coisas. Afinal de contas, estamos a falar daquele estúdio que redefiniu o gunplay moderno. Mas depois de dezenas de horas investidas em incursões e combates frenéticos, dou por mim a olhar para o ecrã com uma dor de cabeça e uma sensação de vazio. Marathon é um jogo que brilha com gunplay viciante, mas infelizmente afunda-se num mar de ruído visual, aborrecimento e decisões de design altamente questionáveis.\n\nLer mais",
"title": "Marathon review - O excelente gunplay não salva um shooter confuso"
}