Tipos de persianas: tudo o que você precisa saber antes de comprar e instalar!
Casa e Jardim | Sua casa linda do seu jeito [Unofficial]
July 3, 2026
As persianas são muito mais do que simples acessórios: elas unem funcionalidade e estética, oferecendo controle de luz, privacidade e estilo, e tornam-se protagonistas ao valorizar janelas e diversos ambientes, adaptando-se a diferentes necessidades e tipos de decoração. “Em projetos contemporâneos, minimalistas ou de vocabulário depurado, elas funcionam bem porque resolvem a luz sem criar excesso de informação”, analisa a arquiteta Gabriella Mello Alves, do Studio LAK. Mas isso não significa que sejam exclusivas de espaços modernos. “Uma persiana romana em linho, por exemplo, pode funcionar em um projeto clássico ou atemporal. Uma persiana de madeira pode dialogar com casas de campo, bibliotecas, escritórios e ambientes de atmosfera mais quente”, ela acrescenta. Persiana horizontal da Hunger Douglas, na Casa Mineira. Integrada à cozinha, a copa segue com marcenaria em folha de nogueira natural, executada pela Florense Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Produção: Paulo Carvalho/Divulgação | Projeto do escritório Studio Lak A escolha do acessório não deve levar em conta somente o “estilo da persiana”, mas também a leitura do cômodo. “Incidência solar, privacidade, materialidade, uso do ambiente e o quanto aquele elemento deve aparecer ou desaparecer na composição”, explica arquiteta. Leia mais Os principais tipos de persianas De acordo com Gabriella, os modelos mais comuns são rolô, romana, horizontal, vertical, painel, double vision e plissada/celular. “Cada tipo de persiana atende a necessidades distintas, tanto funcionais quanto estéticas. A escolha depende da função do ambiente, da experiência do usuário e da intenção de projeto”, pontua a arquiteta Luana Bergamo, do escritório Sketchlab. Rolô É uma das mais versáteis, com visual limpo e discreto. Funciona bem em grandes esquadrias e permite diferentes níveis de controle solar, dependendo do material escolhido. Persiana rolô da loja Cortinas Carmelita. Mesa de jantar redonda Oscar Beton, da Tok&Stok, foi combinado com cadeiras Canoa, de Fernando Jaeger Ana Helena Lima/Divulgação | Projeto do escritório Macaxá Arquitetura Materiais: tela solar, tecido translúcido, tecido resinado e tecido blackout. Onde usar: ideal para controlar calor e luminosidade sem perder totalmente a vista externa. É indicada para salas, varandas fechadas, home offices e ambientes com muita incidência solar. Já os tecidos blackout são ideais para quartos e salas de TV. Os translúcidos funcionam quando se quer suavidade, mas não bloqueio total. Quando usar: combina com projetos que precisam que elas “desapareçam” na composição. Desvantagem: dependendo do tecido e da instalação, pode deixar frestas laterais, especialmente quando se busca escurecimento total. Manutenção: bastante simples, com aspirador com bocal de escova ou pano levemente úmido, dependendo do tecido. Modelos sintéticos são mais fáceis de limpar. Persiana rolô preta, da Hunter Douglas, na Manjabosco Decor. Para manter a materialidade o restante do apartamento, o ambiente tem cabeceira em lâmina amadeirada Organic, da DellAno Cristiano Bauce/Divulgação | Projeto do escritório Joana & Manoela Arquitetura Romana Traz um aspecto sofisticado e forte presença pecorativa, pois o tecido sobe formando dobras horizontais. É uma boa opção para quem busca conforto visual. A persiana romana, na Sttillo Rio, filtra a luz natural. As grandes esquadrias do prédio desnudam a paisagem do Aterro do Flamengo Lília Mendel/Divulgação | Projeto do escritório Cité Arquitetura Materiais: linho misto, algodão encorpado, poliéster texturizado e tecidos técnicos com aparência natural. Tecidos muito moles podem deformar e prejudicar o caimento. Onde usar: quartos, salas íntimas, lavabos com janela e ambientes que pedem aconchego, e onde a persiana participa ativamente da decoração. Quando usar: tem estética acolhedora, funcionando bem em projetos que pedem textura. Desvantagem: em vãos muito largos, pode precisar ser dividida em módulos. Manutenção: exige limpeza cuidadosa, porque tem dobras e mais tecido. O ideal é aspirar regularmente e fazer limpeza especializada quando necessário. Persiana romana da Uniflex Gabriel. Papel de parede rosa em degradê da Branco.Casa, que também forneceu os tecidos do enxoval. Cama executada pela Ermida Decorações. Nas paredes, tinta na cor Alpes Suíços, da Suvinil Evelyn Müller/Divulgação | Produção: Manuela Figueiredo/Divulgação | Projeto do Arkitekt Associados Horizontal Permite controle preciso da entrada de luz por meio da inclinação das lâminas, além de garantir privacidade. É prática, porém pode ter uma leitura corporativa ou datada se não for bem especificada. Em madeira, ganha outra camada estética e fica mais sofisticada. Persiana da Selleto. No detalhe, a bancada de trabalho é equipada com cooktop da Fischer, coifa da EOS e forno de embutir da Electrolux Raiana Medina/Divulgação | Produção: Karina Albuquerque/Divulgação | Projeto do escritório SketchLab Arquitetura Materiais: alumínio, PVC, madeira natural e madeira sintética. Onde usar: as de alumínio ou PVC costumam ser indicadas para cozinhas, áreas de serviço, banheiros e ambientes funcionais, porque são resistentes à umidade e fáceis de limpar. As de madeira natural podem ser usadas em salas, escritórios, quartos e bibliotecas, especialmente quando há uma intenção de estética natural, clássica ou acolhedora. Quando usar: vai bem em locais em que o controle preciso da entrada de luz é importante. Desvantagem: exige mais cuidado porque acumula poeira entre as lâminas. Manutenção: as de alumínio, PVC ou madeira sintética podem ser limpas com espanador, pano úmido ou escova própria. Já as de madeira natural pedem pano seco ou levemente úmido, e produtos compatíveis com madeira. Excesso de água pode empenar ou manchar. Persiana de madeira da Hunter Douglas e cortinas de tecido, fornecidas pela Vector Persianas. O sofá com chaise é ideal para assistir à TV e também serve como canto de leitura Carolina Mossin/Divulgação | Projeto do arquiteto Pedro Olavo Vertical Pode ser usada em grandes vãos, mas, atualmente, caiu em desuso em residências, sendo mais associada a espaços corporativos. É indicada apenas em situações específicas, onde realmente faça sentido pela escala, pelo orçamento ou pela linguagem do imóvel. A persiana vertical serve para cobrir grandes vãos, mas, atualmente, é menos usadas em residências Freepik/Creative Commons Materiais: tecido sintético, PVC e alumínio. Onde usar: salas e escritórios. Quando usar: indicada principalmente para portas de correr e grandes esquadrias. Desvantagem: em residências, precisa ser muito bem escolhida para não deixar o ambiente com aspecto frio. Manutenção: as de PVC e alumínio podem ser limpas com pano levemente úmido. Já as de tecidos exigem aspirador com bocal de escova. Painel Tem visual arquitetônico, com painéis que deslizam lateralmente, ajudando a resolver grandes aberturas com elegância. Ao fundo, a persiana Duette Vertiglide da Hunter Douglas, na Marengo Decor, faz a divisão entre a sala de trabalho e a de reuniões Juliana M Deeke/Divulgação | Projeto do escritório Rawi Arquitetura Materiais: tecidos estruturados, como tela solar, linho sintético, fibras naturais tratadas e tecidos técnicos, que mantêm os painéis alinhados. Onde usar: em portas de correr, grandes esquadrias e varandas integradas. Quando usar: solução mais sofisticada para cômodos com vãos amplos. Desvantagem: precisa de espaço lateral para recolhimento e não funciona tão bem em janelas pequenas. Manutenção: pode ser aspirada ou higienizada com pano úmido, dependendo do tecido. Como os painéis são grandes, é importante evitar produtos que manchem ou deformem. Double vision A persiana Shadow é da loja Alex Fernandes Cortinas. As mesas desenhadas pelas arquitetas Elisa Bell e Luiza Schmitz foram executadas com tampo de MDF Noce Naturale, da Arauco, e estrutura em metalon Fabio Jr. Severo/Divulgação | Projeto do escritório do Visiê Arquitetura Prática, permite controlar a privacidade e a luz com facilidade ao alinhar ou desencontrar faixas translúcidas e opacas. Materiais: tecidos técnicos são os mais indicados. Onde usar: salas de estar, salas de TV, escritórios e quartos. Quando usar: em espaços em que precisam de controle da luz, mas também de maior privacidade. Desvantagem: o desenho das faixas aparece bastante, por isso ela precisa conversar com a linguagem do projeto. Manutenção: com aspirador com bocal de escova ou pano levemente úmido, dependendo do material. Plissada/celular Persianas fornecidas por Silvia Veiga. O banco integrado à marcenaria serve de assento e canto de leitura com vista para a cidade. Mesa e cadeira, ambas da loja ,ovo Caca Bratke/Divulgação | Projeto do escritório Shinagawa Arquitetura Possui uma estrutura em colmeia, que ajuda no isolamento térmico e acústico dos espaços. Materiais: tecidos técnicos são indicados pela estrutura necessária para manter o formato. Onde usar: dormitórios, home theaters, coberturas, janelas de formatos especiais ou situações em que conforto térmico seja uma preocupação importante. Quando usar: em locais que demandam conforto térmico e acústico. Desvantagem: custo mais alto e a manutenção delicada. Manutenção: precisa de aspiração leve e limpeza cuidadosa. Por ter estrutura delicada, não é recomendada a lavagem caseira. Como escolher o melhor modelo? A persiana de madeira é da Hunter Douglas. Conta com marcenaria feita sob medida, em que a mesa recebe vaso de Carolina Haveroth e luminária Memory, de Jader Almeida, na Arquivo Contemporâneo Juliano Colodeti/MCA Estúdio/Divulgação | Produção: Aldi Flosi/Divulgação | Projeto da arquiteta Bianca da Hora A escolha precisa começar pela função, não apenas pela estética. “É importante entender qual é a incidência solar daquele ambiente, o nível de privacidade necessário, a facilidade de manutenção desejada e o tipo de uso do espaço no dia a dia”, diz Luana. Além disso, a proporção da esquadria influencia bastante, assim como a profundidade disponível para instalação, visto que alguns modelos demandam mais espaço. “Grandes vãos normalmente pedem soluções leves visualmente, como rolôs. Já ambientes acolhedores podem se beneficiar de tecidos encorpados, como nas romanas”, fala a arquiteta do Sketchlab. A persiana romana de linho da loja Cortinas Carmelita filtra a luminosidade. A área de trabalho da moradora foi composta, ainda, de bancada, prateleiras e armários feitos de folha natural de carvalho americano, MDF branco e Formica Ovo Matte Ana Helena Lima/Divulgação | Projeto do escritório Macaxá Arquitetura Também é importante decidir se a persiana será protagonista ou coadjuvante na decoração. “Em alguns projetos, ela precisa desaparecer. Em outros, como no caso de uma romana em tecido bonito ou de uma persiana de madeira, ela pode construir atmosfera”, destaca Gabriella. Para salas, as persianas rolô em tela solar ajudam no controle térmico sem bloquear completamente a iluminação natural. “Ela protege o mobiliário e filtra a luminosidade sem fechar completamente o ambiente. Em projetos acolhedores, a romana ou a persiana de madeira podem funcionar bem”, ela sugere. Persiana de madeira, da Solaris Decor. Marcenaria em MDF Areia, da Guararapes, e Nogueira Thar, da Duratex, com execução da Móveis Zonta. Paredes com textura Velvet, da Suvinil Fabio Jr. Severo/Divulgação | Projeto do escritório Lema Arquitetos Em quartos e salas de TV, onde o escurecimento é prioridade, a rolô blackout é a mais indicada, além da romana com forro blackout ou uma composição de persiana técnica com cortina de tecido. A suíte das filhas traz persiana horizontal de madeira da Amorim, com cortinas executadas pela cortineira Lourdes Maria. As camas de metal branco da Tok & Stok, que também forneceu o tapete, têm ao fundo meio-parede pintada de Sonho de Nata, da Suvinil, e papel de parede da Mooui Lília Mendel/Divulgação | Projeto do escritório A+G Arquitetura O arquiteto Leonardo Bolsi, do escritório Lema Arquitetos, evidencia sua preferência pelas persianas de madeira, especialmente nas áreas sociais, pois trazem conforto visual. “As horizontais de madeira equilibram estética e funcionalidade, trazendo textura e controle de luz sofisticado. Elas se destacam por serem atemporais e pelo acabamento nobre. Funcionam em projetos contemporâneos e que valorizam materiais naturais”, argumenta. A suíte máster recebeu persiana cinza da Hunter Douglas. A parede de Travertino Silver, da Granos Granitos, é o pano de fundo para a cabeceira desenhada pelo escritório e executada por Genice Brandão Atelier Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Projeto do escritório Romario Rodrigues Arquitetos Em cozinhas, áreas de serviço e banheiros, o ideal são os materiais resistentes e laváveis, como alumínio, PVC, tela solar ou tecidos sintéticos. “Evitaria tecidos naturais delicados, porque gordura, vapor e umidade exigem mais manutenção. Madeira natural só se houver ventilação excelente e tratamento adequado”, frisa Gabriella. Em home offices, a tela solar ajuda a controlar reflexos em telas sem escurecer demais o espaço. Já as persianas rolô em tela solar funcionam em varandas fechadas, principalmente quando há incidência direta de sol. Persiana automatizada da Fontesville Ambientes. Sob a janela, bancada de MDF BP Douro executada pela Todeschini, assim com a mesa de cabeceira. Cadeira Lace da Muma. O abajur Eclipse é da Phai Design Ana Luiza Brinati Medina/Divulgação | Produção: José Leonardo Afonso / Projeto do escritório Hudson Marques Arquitetos Quanto custa uma persiana? De acordo com os profissionais, o valor das persianas varia de acordo com o material, as dimensões, a forma de acionamento — manual ou motorizada — e o fornecedor. “De forma geral, as verticais e horizontais em alumínio costumam ser as opções acessíveis. As rolôs têm ótimo custo-benefício e variam bastante conforme o tecido escolhido. Já as romanas e horizontais em madeira entram em uma faixa mais alta, principalmente por conta do acabamento sofisticado”, detalha Luana Persiana horizontal em folha natural de freijó pela WM Marcenaria. O espaço para trabalho e estudo, executado com folha natural de freijó pela mesma marcenaria, atende duas pessoas, com cadeiras Omar giratórias, de Rejane Carvalho Leite Pedro Gaspar/Divulgação | Projeto do escritório Sadala & Gomide Arquitetura Segundo Gabriella, como referência de mercado, a instalação de persianas costuma aparecer em uma faixa ampla, de cerca de R$ 300 a R$ 1 mil/m², dependendo do modelo e da complexidade. “Em fornecedores online, é possível encontrar modelos romanos sob medida em faixas mais baixas, com alguns exemplos promocionais partindo de aproximadamente R$ 220 a R$ 280/m², mas esses valores não necessariamente incluem instalação, medição técnica, tecidos sofisticados ou mecanismos premium”, pontua. Para projetos de alto padrão, ela comenta que os valores variam conforme o modelo escolhido. Em média, os preços iniciam em: rolô tela solar ou translúcida — R$ 600/m²; rolô blackout — R$ 580/m²; romana — R$ 820/m²; painel — R$ 1.400/m²; plissada/celular — R$ 4.600/m²; e motorizada — R$ 1.300/m². “Esses números são apenas uma régua inicial. Em projetos sob medida, o orçamento final deve sempre considerar medição, instalação, especificação do tecido, garantia e integração elétrica”, ressalta Gabriella. Persiana da Beto Persianas e Cortinas. A área é marcada pela marcenaria branca com portas almofadadas executadas pela DL Móveis Sob Medida e puxadores puxadores em preto fosco da Zen Design Ver.so Duo/Divulgação | Projeto da arquiteta Jakelline Munero Cuidados ao comprar uma persiana O primeiro ponto importante ao comprar uma persiana é a medição correta do espaço onde será instalada. “Persianas são muito sensíveis a pequenas diferenças de medida, especialmente em vãos embutidos”, fala Gabriella. Também é essencial verificar se existe espaço para o recolhimento, se a janela abre normalmente depois da instalação e se o sistema de acionamento ficará em uma posição confortável. Persiana da Cristalle Interiores. Neutro, o ambiente recebeu pontos de cor nos detalhes, como tapete, papel de parede, roupa de cama, almofadas e quadrinhos fornecidos pelo Studio Nara Maitre Lília Mendel/Divulgação | Produção: Andrea Falchi e Rennan Scalabrin/Divulgação | Projeto da arquiteta Paula Müller Outro ponto importante são as frestas laterais. “Em modelos rolô e romanos, especialmente quando instalados lado a lado, pode haver fresta entre os módulos. Isso é especialmente relevante em quartos e salas de TV”, comenta a arquiteta do Sketchlab. Vale, ainda, verificar a qualidade do material e do mecanismo, o acabamento do bandô ou trilho, e se há a garantia e possibilidade de manutenção futura. Persiana horizontal fornecida por Beth Saloum Decorações. Os armários amadeirados, executados pela Evviva, foram compostos com quartzito aplicado na bancada e na mesa desenhada pelo escritório, com execução da Artec Design Anita Soares/Divulgação | Projeto do arquiteto Hiago Soares “Muita gente olha apenas para o tecido, mas o mecanismo é tão importante quanto. Outro ponto importante é avaliar o fator de abertura do tecido, especialmente nas telas solares, porque isso impacta diretamente na entrada de luz e na visibilidade externa”, afirma Luana. Vale a pena investir em motorização? Para Leonardo, a motorização das persianas é uma boa solução, especialmente em esquadrias maiores ou em projetos mais contemporâneos. “Mas é necessário prever ponto elétrico ou optar por sistemas com bateria”, lembra. Texturas naturais se fazem presente no projeto, como na cuba esculpida, ao passo que a persiana dá um toque contemporâneo e prático ao ambiente Natasha Pirfo/Estúdio NY18/Divulgação | Projeto do escritório Dubal Arquitetura & Design “Além da praticidade, a motorização contribui para um visual limpo e sofisticado, já que elimina correntes e acionamentos aparentes. Por outro lado, é importante considerar que representa um investimento maior, tanto no equipamento quanto na instalação”, destaca Luana. Ela também é indicada para cômodos com persianas muito pesadas; em locais de difícil acesso, com pé-direito alto ou com muitas persianas no mesmo ambiente; em quartos, salas de TV e casas com automação; e em espaços em que a incidência solar muda muito ao longo do dia. Na análise de Gabriella, a motorização deixa o uso mais confortável e ajuda na preservação da persiana, porque evita puxões irregulares e manuseios bruscos. As grandes persianas de madeira permitem ter ambientes aconchegantes mesmo com tantas janelas e ainda desenham sombras quando está sol Sergey Krasyuk/Divulgação | Projeto do escritório Babayants Architects Além do ponto elétrico próximo ao local da persiana, a instalação exige compatibilidade entre motor, trilho ou tubo; espaço para embutir ou fazer o acabamento do sistema; e definição do tipo de acionamento — controle remoto, interruptor, aplicativo ou integração com automação. “Os motores a bateria podem ser uma solução quando a infraestrutura elétrica não foi prevista, mas eles exigem recarga periódica. O ideal é pensar na motorização ainda em fase de projeto executivo. Quando ela entra depois da obra pronta, muitas vezes é possível adaptar, mas o resultado tende a ser menos limpo”, pontua Gabriella.
Discussion in the ATmosphere