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Portas coloridas: como aderir à tendência divertida + 25 ideias

Casa e Jardim | Sua casa linda do seu jeito [Unofficial] May 25, 2026
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Muito além de um elemento funcional, as portas vêm ganhando protagonismo nos projetos de interiores. Em tons vibrantes, profundos ou neutros sofisticados, elas ajudam a imprimir personalidade aos espaços e podem transformar completamente a leitura de um ambiente. O segredo, segundo arquitetos, está em equilibrar estilo, iluminação e contexto para que a escolha dialogue com a casa — e com quem vive nela. Para o arquiteto Rafael Pompilio, do escritório Sabará Arquitetura, a personalidade do morador costuma ser o ponto de partida na definição da cor da porta. “A casa precisa ter a cara de quem vive nela. A partir disso, olhamos para a paleta existente e o estilo da casa para traduzir essa personalidade de forma harmônica”, explica. Segundo os arquitetos portas em azul profundo trazem sofisticação e contraste para ambientes neutros. Na sala, a porta foi pintada de Laca Sayerlack (referência M017), um tom de azul vibrante que contrasta com a madeira e dialoga com o lustre Soho S, da Lumini, e o díptico de Ana Berganton, na galeria Casa Rosa Amarela Renato Navarro/Divulgação | Produção: Manuela Figueiredo | Projeto do escritório Vivi Cirello Arquitetura A arquiteta Jessica Lucas, do Studio 92 Arquitetura, segue a mesma linha e destaca que o imóvel deve transmitir pertencimento. Segundo ela, quando personalidade, estilo da casa e paleta se alinham, a escolha tende a funcionar de maneira mais natural e atemporal. Contraste ou continuidade? Uma das principais dúvidas de quem pensa em ter uma porta colorida é se vale a pena criar contraste ou integrar a peça ao restante do ambiente. De acordo com os arquitetos, os dois caminhos funcionam — mas provocam efeitos diferentes. Quando a porta acompanha a cor da parede, o resultado é uma sensação de continuidade visual. Nesse projeto, a tinta na cor Folha Seca, da Suvinil, aplicada nas paredes e porta, foi uma solução de baixo custo, chama a atencão, enquanto o espelho giratório desenhado pela arquiteta e executado por Henrique Medeiros traz praticidade Raiana Medina/Divulgação | Projeto da arquiteta Manoela Fleck Quando a porta recebe a mesma tonalidade da parede, ela cria continuidade visual e uma sensação de amplitude. Já cores contrastantes transformam o elemento em destaque e adicionam personalidade ao espaço. O banheiro social ganhou um porta pivotante de marcenaria laranja, trazendo um toque exuberante de cor à base mais neutra Júlia Tótoli / Divulgação | Projeto dos escritórios Rava Arquitetos e Estúdio Foz “Não existe uma regra fixa, mas existe coerência visual”, afirma Jessica. “O principal cuidado é observar se a cor harmoniza com a marcenaria, os pisos, os revestimentos, o mobiliário e a iluminação.” No quarto, o uso do microcimento na cor Ghost, da Monofloor, um revestimento prático e resistente por não possuir rejuntes, foi aplicado no piso e algumas paredes, o que trouxe uniformidade e também um ar contemporâneo. No teto, o uso de dois tipos laminado melamínico, branco e verde, demarca os ambientes. Ao fundo, perto da porta de entrada verde envelopada pela AK Envelopamentos, foi projetado um armário com função de chapelaria, sapateira e armazenamento, executado de MDF Carvalho, da Arauco Mariana Orsi/Divulgação | Projeto das arquitetas Débora Terra e Jéssica Lucas do Studio 92 Arquitetura Rafael reforça que o equilíbrio importa mais do que seguir tendências ou fórmulas prontas. Em ambientes já carregados visualmente, tons mais discretos tendem a funcionar melhor. Em espaços neutros, a porta pode assumir o papel de protagonista. O impacto da luz na cor A iluminação natural também influencia diretamente na percepção da tinta escolhida. Um mesmo tom pode parecer mais quente, frio, intenso ou apagado dependendo da incidência solar ao longo do dia. Na cozinha, a porta com visor em vidro pontilhado, recebeu pintura com esmalte Suvinil, na cor Veludo Azul. Quadro com fotos do acervo dos moradores. Repare que a bancada ganhou cooktop e churrasqueira a gás lado a lado, com coifa pensada para atender os dois equipamentos. balcão de madeira maciça freijó, desenhado pelo escritório, com de execução Leo Oliveira, que também produziu a banqueta Vira no mesmo material Leila Viegas/Divulgação | Projeto do escritório Sabará Arquitetura Segundo os arquitetos, ambientes muito iluminados costumam revelar nuances e intensificar as cores, enquanto espaços mais escuros podem deixar os tons mais fechados ou acinzentados. Por isso, ambos recomendam testar amostras diretamente na superfície antes da decisão final. Tons versáteis e cores intensas Entre as tonalidades mais fáceis de combinar no cotidiano, destacam-se verdes acinzentados, azul petróleo, terracota suave, cinzas e tons amadeirados. Já para quem quer apostar em cores vibrantes sem pesar o ambiente, a recomendação é concentrar o tom intenso em um único elemento — como a própria porta — e manter o restante da composição mais neutro. Ambientes minimalistas ganham vida com pontos de cor estratégicos. Nesse projeto, a porta recebeu a cor de tinta verde Cipó da Amazônia, da Suvinil. Piso de granilite original. Banco de madeira da Tok&Stok e quadro de Bianca Foratori Estudio NY18/Editora Globo | Projeto da arquiteta Vanessa Ribeiro, do escritório Quattrino Arquitetura As cores profundas também podem trazer aconchego sem diminuir a sensação de amplitude. O segredo, segundo Jessica, está em ‘’combiná-las com boa iluminação, paredes claras e materiais mais leves’’. Antes da pintura: preparação faz diferença Na hora de renovar a porta, a preparação da superfície é apontada como etapa essencial para garantir acabamento e durabilidade. Na sala, parede e porta pintadas num tom de berinjela, com a tinta Jambolão, da Suvinil Julia Novoa/Divulgação | Projeto do escritório Rumo Arquitetura Os profissionais recomendam limpar bem a área, remover poeira e gordura, corrigir imperfeições, lixar e aplicar primer ou fundo preparador adequado antes da pintura. Ignorar essas etapas pode causar descascamentos, manchas e falhas na aderência da tinta. A porta de entrada recebeu a cor Cacto, da Suvinil As paredes ganharam textura de cimento queimado na cor prata, da Ibratin. Rack feito sob medida em MFF branco e prateleira em MDF Freijó Puro, da Duratex, pela Lira Móveis Especiais. Sobre o rack, elemento decorativo adquirido na loja Minutia. Sofá da Kasa do Sofá. Tapete da Westwing Flavio Dias/Divulgação | Projeto da arquiteta Natalia Salla Arquitetura e Interiores A escolha da tinta também varia de acordo com o material da porta. Para modelos de madeira em áreas internas, são indicados esmaltes à base d’água, que secam mais rápido, possuem odor mais suave e não amarelam com facilidade. Já portas metálicas exigem fundo anticorrosivo e produtos específicos para garantir resistência. No projeto, a porta roxa de cor Suntuoso, da Coral, pode ser fechada para servir de quarto de hóspedes. Cristaleira Muca usada como armário e escrivaninha Marnis, ambas da Westwing. Sofá-cama Light, da Lider Favaro JR/Divulgação | Projeto do escritório Volar Interiores Entre os erros mais comuns cometidos em pinturas caseiras estão pular etapas de preparação, aplicar camadas muito grossas e escolher a cor apenas pela cartela, sem observar como ela reage à iluminação real da casa. Para evitar surpresas, Rafael e Jessica recomendam testar pequenas amostras diretamente na porta e analisar o resultado em diferentes horários do dia. O acabamento da tinta — fosco, acetinado ou brilhante — também interfere na percepção final da cor. Confira outras inspirações de portas coloridas Porta verde A cor verde da porta traz um ponto focal de cor para o hall de entrada. Aparador da Restoration Hardware e quadro de Mai Britt Wonders Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Projeto de arquitetura do imóvel pelas arquitetas Carmen Landaeta e Paula Laveglia | Projeto de decoração pelas arquiteta e designer Carol Farah e arquiteta Joana Ribeiro A porta verde, com tinta Grama Molhada, da Suvinil, foi pintada por Irina Cordeiro. Acima do armário, a escultura Sereia, do artesão Mano de Baé, e a bananeira decorativa do Depósito Kariri. Na bancada, a escultura Rainha, comprada na Ilha do Ferro, AL, ao lado do filtro de barro do Mãos, movimento do Jequitinhonha. Prateleiras vermelhas da Selvvva. Enfeite dourado da 4joias Wesley Diego/Editora Globo | Decoração de Irina Cordeiro, com base arquitetônica assinada pelo escritório Iná Arquitetura O verde da Sherwim Willians destaca a porta do elevador laqueada. O muxarabi de madeira no teto executado pela marcenaria Tavares Decorações traz um ar natural, enquanto um banco em concreto engastado na parede apoia objetos e espelho. A prateleira inferior de madeira perto chão serve para guardar os calçados. As paredes receberam o revestimento com a textura em Limestone da Terracor Mariana Orsi/Divulgação | Projeto do escritório Patricia Martinez Arquitetura A porta de entrada recebeu a tinta verde Cipó da Amazônia, da Suvinil. Na estante de madeira, cerâmicas de Daniela Miranda e objetos da Mazco e da Mau Estudio NY18/Editora Globo | Projeto da arquiteta Vanessa Ribeiro, do escritório Quattrino Arquitetura Porta vermelha A cozinha recebeu cores pontuais na porta, armários e objetos de decoração. Sobre a bancada, panela elétrica marmorizada cinza, forno e fritadeira vermelha da Fun Kitchen, tudo no Shoptime. Torneira da Pingoo. As cadeiras Múltipla Emblema são da Phē. O antigo biombo foi laqueado de azul pela BM Laqueação. Piso laminado da Quickstep Wesley Diego/Editora Globo | Projeto da arquiteta Stephanie Ribeiro A cor magenta foi a aposta para colorir a porta de entrada, pois combina com o restante dos tons do apartamento e cria impacto logo na chegada Mariana Orsi/Divulgação | Projeto do escritório Studio 92 Arquitetura O teto da cozinha e porta proporcionam aconchego com a cor Tempero Forte, da Tintas Coral. O projeto de marcenaria foi todo desenhado pelo SP Estudio e executado pela Design Móveis, o que contribuiu para o aproveitamento do pequeno espaço. O material usado foi o MDF Carvalho Natural, da Guararapes. Espelho do lado oposto à escrivaninha é da Estar Móveis Felco/Divulgação | Projeto das arquitetas Patrícia de Palma e Fabiana Silveira, do SP Estúdio A porta pintada de Mar Vermelho, da Coral, é ladeada por banquinhos originais da casa e arandelas de aço corten, da Empório G Iluminação Favaro Jr./Divulgação | Projeto do escritório Volar Interiores Porta azul A porta original foi pintada com tinta esmalte à base d’água na cor Azul Infinito, da Suvinil. O sofá Drop da loja Baú+ delimita a sala e ganhou companhia da mesa de centro Palermo, do estúdio Oslo, na Boobam Tarso Figueira/Divulgação | Projeto do arquiteto Diego Serra A porta tradicional foi substituída pela porta de correr de Formica azul executada pela Tavares Decoração, o que trouxe mais espaço. Sobre a bancada de Silestone Blanco Maple, da Potenza Mármores, está a cuba modelo Lake, da Konkre, no tom carbon. O gabinete de MDF Itapuã, da Duratex, segue a materialidade do projeto Mariana Orsi/Divulgação | Projeto do Studio 92 Arquitetura A porta pivotante de MDF com fórmica mescla-se ao volume azul do banheiro quando aberta mescla-se ao volume azul do banheiro. Execução da Marcenaria Rutra Cris Farhat/Divulgação | Projeto do escritório COTA760 Paredes e porta pintadas com a tinta Baleia Azul, da Suvinil. A bancada de Quartzo Branco Norte serve de apoio para refeições rápidas. Banquetas da Sun House. Armários executados com laca L027 e nichos de carvalho americano pela Donizete Móveis Evelyn Müller/Divulgação | Produção: Manuela Figueiredo/Divulgação | Projeto do escritório Arkitekt Associados Porta amarela O revestimento lime betton nas paredes trouxe o toque aveludado desejado que contrasta com a porta na cor amarela. Olho Mágico Estúdio Elmor Rodrigo Ramirez/Divulgação | Projeto do Estúdio Elmor Porta de entrada pintada de amarelo pelo empreiteiro Conceptus Premium, da Alfatec Blindagem Arquitetônica. Bancadas produzidas de Ultracompact no padrão travertino pela Rio Mármores, responsável tambem pelo nicho de mármore verde Guatemala entre os armários. Banquetas Sixt da Woodskull. Quadro da artista Nicole Wells, na Muui Luiza Schreier/Divulgação | Projeto do arquiteto Rodrigo Cardoso do escritório House in Rio Arquitetura A porta amarela fica na frente da lavanderia. A sala de jantar, com a cozinha ao fundo, tem mesa do Armazém Manuel Capucho e pendente da La Lampe Gui Morelli/Divulgação | Projeto do arquiteto Mauricio Nobrega

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