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"textContent": "\nOs brises são elementos arquitetônicos tradicionalmente aplicados às fachadas com a função de controlar a incidência de luz solar. Eles funcionam como uma barreira física entre o sol e a parede externa da construção, ajudando a reduzir o calor nos ambientes internos. Seu nome é uma abreviação da palavra francesa brise-soleil, que em português pode ser traduzida como quebra-sol. \"A solução permite sombrear as fachadas, especialmente nas orientações mais críticas, enquanto estabelece um ritmo na composição do edifício. Trata-se de um componente que participa desde o início do partido arquitetônico\", explica a arquiteta Grazzieli Gomes, do escritório aflalo/gasperini arquitetos. Além de proteger as construções da insolação excessiva, os brises contribuem para o conforto visual ao evitar o ofuscamento, especialmente em ambientes com grandes superfícies envidraçadas, e para a eficiência energética do edifício ao garantir maior frescor interno e menor uso de ar-condicionado. No edifício o Helbor Jardins, em São Paulo, os painéis ripados metálicos em tom amadeirado da fachada se dobram e criam brises verticais Giulia Augusto/Divulgação | Projeto do escritório aflalo/gasperini arquitetos Fixos ou móveis, os brises também servem como elemento de privacidade, separação ou delimitador de espaço. \"Eles são aplicados como parte integrante do sistema de fachada e atuam na interface entre interior e exterior, protegendo os ambientes e, ao mesmo tempo, preservando a abertura visual\", detalha. Segundo Grazzieli, a consolidação do brise como solução arquitetônica no Brasil está diretamente ligada à necessidade de adaptar a linguagem moderna, marcada por grandes superfícies envidraçadas, às condições climáticas locais. \"Ao permitir o controle da radiação solar sem comprometer a ventilação e a iluminação natural, o brise tornou-se um elemento fundamental da arquitetura em regiões tropicais\", explica. O arquiteto Fernando Forte, sócio-diretor do escritório FGMF Arquitetos, conta que os brises já eram muito utilizados no Brasil antes do modernismo, mas ganharam maior impulso após a chegada do movimento ao país, no início do século 20. Hoje, encontram novamente espaço na arquitetura por conta do seu grande apelo sustentável. O brises de madeira se destacam na fachada ensolarada da casa no condomínio Fazenda Boa Vista, no interior de São Paulo Fran Parente/Divulgação | Projeto do escritório FGMF \"É um item extremamente eficiente na sustentabilidade de um projeto, atuando na eficiência energética e no conforto térmico de uma construção. Isto é sobretudo verdade em locais tropicais como o Brasil, em que a utilização correta de brises evita o uso de ar-condicionado constante\", pontua o profissional. Formatos e materiais dos brises Grazzieli explica que a orientação, o espaçamento e a inclinação são definidos conforme a insolação de cada fachada, permitindo a entrada de luz difusa e bloqueando a radiação direta. \"Quando bem dimensionados e integrados ao projeto, os brises contribuem para edifícios mais eficientes, duráveis e coerentes em sua expressão\", destaca a arquiteta. Eles podem se apresentar em inúmeros formatos, dependendo da estética e necessidade funcional de cada projeto. \"Há uma enormidade de tipos e graus de mobilidade e eficiência diferentes, que variam conforme a região, a época e o tipo de construção, entre outros\", analisa Fernando. Eles podem ser horizontais, mais eficientes em fachadas ao norte; verticais, indicados para fachadas ao leste e oeste; painéis contínuos ou modulares; e sistemas fixos ou móveis, com possibilidade de ajuste conforme a posição do sol. Com eixo central de pedras moledo, da Margran, a fachada reúne elementos de impacto visual, como muxarabi e brises da Projetto Alumínio, executados por Luxx Soluções Visuais. Degraus da escada de porcelanato Pietra Lombarda Off White, da Portobello. Paisagismo da arquiteta Vangii Guerra, autora do projeto de reforma da casa Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Projeto da arquiteta Vangii Guerra Entre os mais comuns no Brasil, Fernando cita os cobogós cerâmicos ou de concreto, que são elementos fixos; as venezianas – que podem ser móveis ou não; os muxarabis; as colmeias; os elementos metálicos, como nos edifícios da Esplanada dos Ministérios, em Brasília; e os brises tensionados de metal. Segundo o arquiteto, há brises dos mais variados materiais. \"Existem os feitos de material têxtil; telas metálicas tensionadas, que têm sido utilizado bastante na arquitetura contemporânea brasileira nos últimos anos; cerâmicos; cerâmicos esmaltados; de concreto; metálicos das mais diversas naturezas, do aço carbono ao alumínio; de madeira natural e sintética. A gama é enorme!\", aponta. Os materiais mais utilizados na composição dos elementos, no entanto, costumam ser o alumínio, o aço, a madeira e o concreto. \"Também há soluções em vidro e materiais compósitos [combinação de dois ou mais materiais, como fibra de vidro e madeira plástica]. A escolha depende do desempenho, durabilidade e linguagem arquitetônica desejados\", aponta Grazzieli. Aplicações no design de interiores Em áreas internas, o brise é utilizado como elemento de separação dos espaços. \"Eventualmente pode ser usado internamente como proteção solar, mas sem a eficácia de um brise externo à fachada. Também podem servir de divisórias móveis, abrindo ou fechando espaços\", indica Fernando. Teto e brises em madeira da Mil Madeiras. Ilha em granito Via Láctea da MG Marmoraria. Piso em pedra ferro da Pedras Mundial. Marcenaria de Roberto Almeida Interiores. Cadeiras Oscar da Design Brasil Mobiliário. Pendentes Nutt de Jader Almeida Felipe Araújo/Divulgação | Projeto do escritório mf+arquitetos Para Grazzieli, eles funcionam como filtros entre ambientes, permitindo organizar o espaço sem perder continuidade visual, ventilação e iluminação naturais. \"Podem ser utilizados como painéis deslizantes, elementos vazados ou planos ripados, criando diferentes níveis de privacidade, conforme a necessidade\", sugere. Essa flexibilidade é especialmente relevante em plantas contemporâneas, onde a integração entre estar, jantar e cozinha demanda soluções que permitam, ao mesmo tempo, conexão e controle. \"Essa lógica aparece na forma como elementos filtrantes são incorporados aos interiores, especialmente na transição entre áreas externas e internas\", diz Grazzieli. Mesmo dentro de casa, ainda que em menor grau, os brises permitem modular a incidência de luz natural ao longo do dia, reduzir o ofuscamento e trazer o conforto ambiental sem recorrer a sistemas de climatização artificial. \"Além do desempenho técnico, há um papel importante na construção do ambiente. A repetição, o ritmo e a materialidade dos brises introduzem textura e profundidade aos espaços internos, contribuindo para uma leitura mais contínua nas fachadas, uma condição cada vez mais valorizada na arquitetura contemporânea\", analisa a profissional. A madeira é elemento de grande destaque nesta casa, aparecendo na forma de revestimento ripado de madeira cumaru no andar superior, brises móveis sobre a piscina e deque de madeira na varanda Fran Parente/Divulgação | Projeto do escritório FGMF Vantagens e desvantagens dos brises Se bem utilizado, o brise traz muitas vantagens ao projeto arquitetônico, pois melhora o conforto térmico e a eficiência energética da edificação. \"O arquiteto deve ter cuidados ao utilizar, pois, dependendo da face — norte, leste, oeste ou sul —, a eficiência do brise é diferente e a orientação ou formato dos elementos devem ser repensados\", alerta Fernando. Outro aspecto positivo da solução arquitetônica é a questão da privacidade. \"O brise atua como um filtro visual, pois permite a permeabilidade de dentro para fora, mantendo a relação com a paisagem, ao mesmo tempo em que restringe a visibilidade externa para o interior\", avalia Grazzieli. \"Essa condição é particularmente importante em contextos urbanos mais densos, onde a proximidade entre edifícios exige soluções que conciliem abertura e resguardo\", continua ela. Os brises metálicos móveis, com círculos vazados, entregues pela construtora, chamam a atenção na varanda, que tem poltrona verde comprada pela internet e vasos da Vasap. Piso de cerâmica 30 x 30cm, da linha Global Collection, da marca Mosa Tiles Eduardo Macarios/Divulgação | Projeto da arquiteta Fernanda Linero Os brises desempenham ainda um papel importante na própria arquitetura da fachada. \"Quando incorporados ao partido arquitetônico, contribuem para o desenho do edifício, introduzindo ritmo, profundidade e variação de leitura ao longo do dia, conforme a incidência de luz\", aponta a arquiteta. Em termos de desvantagens, Fernando vê o uso inadequado, que pode atrapalhar, por exemplo, uma vista bonita, e também a necessidade de manutenção dos brises, que varia segundo o tipo e o material. \"O desempenho do sistema depende de um dimensionamento adequado, soluções genéricas tendem a perder eficiência. Além disso, há impacto no custo inicial, especialmente em sistemas móveis ou mais complexos, e a manutenção deve ser prevista, principalmente em componentes expostos às intempéries\", comenta Grazzieli. A seguir, confira diferentes usos de brises em projetos para se inspirar: Brises em ambientes internos Os brises verticais desenhados pelo escritório, com execução em folha natural de carvalho americano pela Blessed Marcenaria, preserva a sala da visão direta de quem entra pela porta social e também garante privacidade para quem dorme no escritório ao lado, que pode acolher hóspedes Juliano Colodeti/MCA Estúdio/Divulgação | Projeto do escritório Estúdio Popa À esquerda, a parede revestida com peças quadradas de mármore, com acabamento rústico, adquiridas no site Maricera, ganhou bufê em folha natural de nogueira, feito pela marcenaria Des&Art, responsável também pelos painéis e brises. A mesa da empresa francesa Roche Bobois foi composta com cadeiras Lucio, do brasileiro Sergio Rodrigues, na Casa e Forma. Quadros de Beatriz Milhazes (à esquerdo) e Gustavo Rosa (à direita). Luminária de teto e espelho do acervo dos moradores. O piso em mármore, original do apartamento, foi restaurado e ganhou acabamento fosco Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Projeto da designer de interiores Daniela Saliba A estante baixa que abraça o sofá, desenhada pelo escritório, foi executada com peroba-do-campo pela Madeter Marcenaria, responsável também pela divisória em brises verticais com acabamento em laca branca, que delimita a área de jantar e preserva a integração do espaço. Tapete vermelho da Khaleb Tapetes. Aparador com tampo de mármore e pés de cavalete, do acervo dos clientes, foi renovada com tampo de mármore executado pela Guandu Mármores. Ao fundo, adega climatizada desenhada pelo escritório e executada pela Madeter Marcenaria Juliano Colodeti/MCA Estúdio/Divulgação | Produção: Lu Algarthe/Divulgação | Projeto do Studio 021 Arquitetura Os brises de madeira com palhinha natural desenhados pela arquiteta e executados pela Marcenaria Morada substituem a parede e trazem mais privacidade quando desejado. O piso de porcelanato da linha Superquadra Cru, da Portobello Shop, foi instalado em todo o apartamento, o que garantiu amplitude, assim como a abertura da cozinha, que ficou emoldurada pelas vigas de concreto aparente. No jantar, mesa assinada por Leandro Garcia, na Arquivo Contemporâneo, de onde também são as cadeiras Claudia, de Aristeu Pires, e as luminárias pendentes Docc, com design de Jader Almeida. Sobre o aparador-bufê fixado na parede executado pela Marcenaria Morada, está a obra do artista Thomaz Velho. Ao lado, o armário-cristaleira é da Florense MCA Estúdio/Divulgação | Produção: Andrea Brito Velho/Divulgação | Projeto da arquiteta Natália Lemos O pé-direito duplo é perfeito para abrigar as luminárias pendentes de Adriana Yazbek, na Dpot Objeto, enquanto os brises de madeira freijó criam uma setorização sem barrar a vista. Mesa lateral da Novo Ambiente com cadeira assinada por Sergio Rodrigues, na Dpot. Tapete patchwork oriental estonado, da Casa Frato Evelyn Müller/Divulgação | Produção: Deborah Apsan/Divulgação | Projeto do escritório Shinagawa Arquitetura Clean, o hall recebe quem chega com brise de madeira cerejeira, feito pela equipe da obra, e banco de madeira, pertecente ao acervo pessoal, além do vaso com lança-de-são-jorge Maura Mello/Divulgação | Projeto do escritório Forma 011 Arquitetura | Paisagismo do Jardineiro Fiel, com execução de Helena Paisagismo Sofisticado, mas sem excessos, o quarto minimalista tem elementos de aconchego, como a divisória feita com brises verticais com acabamento de lâmina de carvalho catedral claro pela Mobilier Planejados, responsável também pelo armário de MDF Cinza Perfeito, da Guararapes, com puxadores na mesma madeira. Roupa de cama de linho, da MMartan Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Produção: Itamar José/Divulgação | Projeto do arquiteto Roby Macedo A marcenaria em carvalho natural entra em cena no quarto, na cabeceira e na bancada, com cadeira Alba, de Jader Almeida, e espelho da Korvo Industry, responsável também pelos brises de vidro que separam o quarto do banheiro. Arandela Pivô, da Golden Art, na Conceito Luz. Objetos decorativos da Pangea Decor. Persiana Silhouette Clearview, da Hunter Douglas, na Spengler Decor Eduardo Macarios/Divulgação | Projeto da arquiteta Jéssica Gnoatto Um brise de MDF folheado com peroba-mica delimita o home office e o espaço para yoga na suíte. Na cabeceira da cama, luminária Bauhaus, de Fernando Prado para a Lumini. Sobre a mesa de escritório, a luminária Tolomeu já pertencia à moradora. A mesa de cabeceira também era dos pais de Valéria Jomar Bragança/Editora Globo | Projeto do escritório Play Arquitetura Os brises de madeira criam privacidade para a sala de estar, mas ainda assim permitem a passagem de luz natural André Nazareth/Divulgação | Produção: Andrea Falchi/Divulgação | Projeto do escritório Escala Arquitetura Na área do piano, o painel de madeira se transfora em brise e forma um lounge como anteparo ao jantar, que tem mesa de Jader Almeida e cadeiras Oscar de Sergio Rodrigues, na Dpot Evelyn Müller/Divulgação | Produção: Deborah Apsan/Divulgação | Projeto do Shinagawa Arquitetura No acesso aos quartos, a marcenaria em MDF preto, executada pela Caciel, contrasta com o brise de madeira clara da Arkowood Maira Acayaba/Divulgação | Produção: Simone Monteiro/Divulgação | Projeto do escritório Conrado Ceravalo Brises em janelas Brises de eucalipto, da Ita Engenharia, e abertura do tipo camarão, com tela solar Soltis prateada, da Serge Ferrari. O verde se faz presente com o jardim interno, onde a espécie ciclanto é o destaque do paisagismo pensado por Catê Poli. Nas paredes, o revestimento Gouache Ciel Brilho, da Portobello, ressalta a cor. Na bancada, cuba Vox, da Kohler, que também forneceu a banheira Evok, a bica de piso Purista e o chuveiro Awaken André Scarpa/Divulgação | Produção: Deborah Apsan/Divulgação | Projeto do escritório Nitsche Arquitetos | Paisagismo de Catê Poli A fachada traduz as referências baianas da família de forma simbólica, a exemplo do corpo superior da construção, que recebeu brises com desenho que remete à trama das cestarias. A estrutura da residência, executada em madeira laminada e trançada, foi produzida pela ReWood. Ao lado da piscina, poltronas Zago, mesa de centro Mumbai e chaises Lazio, todas da Franccino Giardini. Paisagismo de Claudia Diamant Salvador Cordaro/Divulgação | Projeto da arquiteta Patricia Martinez O ambiente é permeado por esquadrias de alumínio e vidro, da Jmar Esquadrias, que trazem permeabilidade com a piscina, além de brises com tela solar Soltis prateada, da Serge Ferrari, que permitem privacidade sem bloquear a ventilação cruzada, ideais para cidades de calor intenso. A decoração essencial tem cama Mirella, do estudiobola, e mesa lateral da Baraúna, que abriga a luminária de mesa Nord 500 t, da Lumini. Cortinas da Uniflex André Scarpa/Divulgação | Produção: Deborah Apsan/Divulgação | Projeto do escritório Nitsche Arquitetos | Paisagismo de Catê Poli Permeada por esquadrias e brises de muxarabi de alumínio com acabamento amadeirado, da Espadari, a sala tem mobiliário de grandes ícones do design brasileiro. Sofá modular Dobra, de Guilherme Wentz. Par de poltronas Franco, de Sergio Rodrigues, na Design Brasil, designer que também assina o banco Mocho, logo à frente da poltrona Jangada, de Jean Gillon. No centro, mesas Pigmento, da ,ovo, e Aramada, da Decameron, na Design Brasil. Banco Dominó Concreto, de Claudia Moreira Salles. A luminária Taccia, de Achille e Pier Giacomo Castiglioni, na Lucenera, está sobre a mesa lateral Ville, de Jader Almeida, que também assina a mesa de vidro Mush e a luminária de piso Memory. Com mais de 100 anos, garrafão de vidro verde foi herdado do avô da proprietária. Na parte externa, a piscina fica ao lado do muro de pedra madeira. O deque de madeira natural cumaru, da Estilo Parquet, é rodeado por marantas-charuto, xanadu e filodendro ondulato, com paisagismo assinado por Mônica Costa Estúdio NY18/Divulgação | Projeto da arquiteta Mariane Rios, com paisagismo de Mônica Costa As esquadrias em brises basculantes de madeira teka engenheirada, executadas pela Demuner, dão privacidade e permitem ventilação sem atrapallhar a bela vista do mar. Escrivaninha do acervo dos moradores, com cadeira Asa, em couro natural, da Home Design Casual. Cortinas de linho natural, da loja Única Uniflex. Rede da Santa Luzia Gabriela Daltro/Divulgação | Projeto do escritório Sidney Quintela Architecture + Urban Planning O ambiente se integra ao exterior pelos painéis de madeira deslizantes com brises móveis, executados por Pedro Madalena, da Arte Baiana Tuca Reines/Divulgação | Projeto: arquiteto David Bastos, do escritório DB Arquitetos O arquiteto Filipi movimenta os brises verticais pivotantes com moldura de aço envolvida por trama de cordas náuticas, que controlam a entrada de luz e dão privacidade aos ambientes do living na fachada frontal. Cada painel mede 2,68 x 1,30 m. O piso é revestido de mármore dolomítico em lascas assentadas e lixadas, da Pedras Mundial Felipe Araújo/Divulgação | Projeto do escritório MF+ Arquitetos A porta com brises verticais móveis, que podem ser abertos ou fechados para obter ventilação cruzada, tem desenho do escritório e execução da Marcenaria Morada com madeira freijó. Após o hall, a escada escultórica com estrutura metálica pintada de branco, executada pela ICC Escadas, tem degraus de madeira tauari maciça, feita pela mesma marcenaria. O jardim interno é composto por plantas como palmeiras licuala e ráfia Luiza Schreier/Divulgação | Projeto de interiores do escritório Ester Monteiro Arquitetura | Projeto de arquitetura e paisagismo de Candido Chutorianscy Arquitetura Os brises na fachada e a banheira posicionada dentro do boxe dão um toque de aconchego ao banheiro com visual minimalista. A bancada é de granito São Gabriel escovado e os metais são da Deca Jomar Bragança/Divulgação | Projeto do escritório Frederico Bicalho Arquitetura O brise de madeira ecológica é da Arkos. A cuba de piso redonda foi feita de mármore Verde Guatemala, da NPK Mármores. Torneira da linha Mix and Match, da Docol. Acessórios da Vallvé Evelyn Müller/Divulgação | Produção: Deborah Apsan/Divulgação | Projeto do escritório Shinagawa Arquitetura, do arquiteto Rogerio Shinagawa Brises em fachadas Na arquitetura da casa, o conceito partiu da ideia de um volume monolítico, com o pavimento superior lembrando um cubo de madeira suspenso, revestido de Arkos Arkowood, com sistema de portas do tipo camarão, com execução da Monta-Tec. O piso externo é de quartzito, da empresa Pedras Interlagos, com grama, sobre espelho e rejuntado. Execução de Beto Pedras Rústicas Fran Parente/Divulgação | Projeto do escritório WF Arquitetos Brises de alumínio ripado executados pela CRJ Esquadrias. As paredes da parte da frente da casa receberam pedra sunny telada, da Multipedras. No acesso a garagem, foi instalado caminho de cimentício amadeirado da marca Munó. Elementos vazados decorativos metálicos executados pela SIM Conceito. O paisagismo traz plantas oliveira, capim do texas verde, bromélia porto seguro, falsa érica, clusia, palito de fogo, jasmim pendente, begônia, jabuticabeira e xanadu. Engenheira de execução Nájela Dantas. Paisagismo de Everton Monteiro Marcus Camargo/Divulgação | Projeto de Giordano Rogoski, do Rogoski Arquitetura Na entrada da casa, quem chega se depara com muitos brises de madeira e plantas, que fazem parte do projeto do escritório Gabriela Daltro/Divulgação | Projeto do escritório Sidney Quintela Architecture + Urban Planning Um mix de texturas chama a atenção na fachada, com brises e portões de madeira champagne, da Fumagalli Madeiras, além de textura de cimento queimado e pedra Atacama. Paisagismo assinado Lucas Bortolassi Fabio Jr. Severo/Divulgação | Projeto de Giselle Geraldi, Márcia Cervelheira e Simone Pysklevitz Fachada de casa na Praia do Forte tem intervenções de pedras e brises de madeira; espécies nativas são o destaque do paisagismo. Projeto da arquiteta Tatiana Campos Melo Gabriela Daltro/Divulgação | Projeto da arquiteta Tatiana Campos Melo A construção tem brises de madeira ecológica Arkowood K, da Arkor, que permitem a entrada de luz natural nos ambientes internos ao mesmo tempo que fornecem privacidade às suítes. Entre as plantas escolhidas pela Natto Paisagismo, destaca-se a árvore maior, uma palmeira-das-canárias, envolvida por lavandas e capim-do-texas verde. Já o guaimbê foi plantado nas duas laterais Gabriel Konrath/Divulgação | Projeto do escritório Vox Arquitetura No volume superior, brises de correr de alumínio, com padrão de madeira, trazem bom isolamento térmico, fácil manutenção e durabilidade. A estrutura da casa, que tem execução da Centra Engenharia, é marcada por grandes vãos livres e balanços, com a utilização de pilares circulares de concreto que minimizam o impacto visual nos ambientes. Repare que as áreas sociais e a de lazer se abrem para o exterior e ficam em conexão com o paisagismo assinado por Ana Paula Roseo. Paisagismo de Ana Paula Roseo, com espécies como xanadu no volume baixo ao lado do gramado Júlia Tótoli/Divulgação | Projeto do escritório Morada 31.12 Arquitetura e Interiores | Paisagismo de Ana Paula Roseo Brises de muxarabi feitos de alumínio com acabamento amadeirado e esquadrias no mesmo material com acabamento de aço inox, da Espadari. A estrutura da casa tem sobreposição de dois volumes. O andar superior é revestido de ripas de concreto na cor Cinza Concreto, 10 x 120 cm, da Pisatto. Maranta-charuto, filodendro ondulato, guaimbê, helicônia rostrata, jasmim-manga, bambu-metake, alecrim e palmeira jerivá compõem o projeto paisagístico de Mônica Costa Estúdio NY18/Divulgação | Projeto da arquiteta Mariane Rios, com paisagismo de Mônica Costa Na parte frontal da casa, mistura de pedra moledo a brises de alumínio. Paisagismo assinado por Mauricio Prada, que usou capim-dos-pampas em maciços à frente e ao redor, além de espécies como liríope verde, murta e bambu variegata Edu Castello/Divulgação | Projeto da arquiteta Vanessa Féres | Paisagismo de Mauricio Prada À beira do lago, a residência se abre para a paisagem graças às grandes esquadrias de vidro, fornecidas pela Cinex, que também forneceu os brises de alumínio amadeirado. A laje fina de concreto recebeu floreiras formando um balanço de 6 metros com visual leve. Na área gourmet, espaço importante para família, que gosta de receber, sofá outdoor da Sierra. Paisagismo da Gramoterra Marcelo Donadussi/Divulgação | Projeto do escritório Mayresse Arquitetura Além do teor estético, os brises metálicos na cor marrom dispostos na fachada garantem ventilação natural, proporcionam privacidade e, ao mesmo tempo, filtram a entrada de luz do sol nos interiores. O caminho com piso de pedra folheta, executado pela Tecsa Construtora, é rodeado pelo paisagismo de Mauricio Prada, que usou espécies como embaúba-prateada, costela-de-adão, banana-musa e palmeira-veitchia André Mortatti/Divulgação | Projeto do escritório Vanessa Féres Arquitetos Associados | Paisagismo assinado por Mauricio Prada Na face posterior da casa, brises verticais em madeira, da Madesan. A estrutura, realizada pela Ita Engenharia, tem como material o eucalipto laminado colado. Nesta área, destaca-se o volume de costela-de-adão no paisagismo pensado por Catê Poli André Scarpa/Divulgação | Produção: Deborah Apsan/Divulgação | Projeto do escritório Nitsche Arquitetos | Paisagismo de Catê Poli No andar superior, painéis de brises e venezianas articuladas permitem controlar luz e privacidade, além de garantir ventilação cruzada constante. A construção, com beirais generosos, foi pensada para integrar interior e exterior por meio das grandes aberturas, com a varanda gourmet como o coração da casa em harmonia com o jardim e a piscina João Paulo Soares de Oliveira/Divulgação | Projeto do escritório Pitta Arquitetura | Paisagismo assinado pela Plantare Painel da fachada de brises de madeira ecológica Arkowood, da Arkos, com montagem da Aricanduva Esquadrias, que também forneceu as esquadrias de vidro. O espaço externa organiza os dois volumes da casa em torno de um jardim de folhagens, entre elas jangada do campo, samambaia gigante, 'Alocasia portora', caetê-roxo e forração de vedélia. Estrutura metálica com pintura eletrostática e forro de madeira tauari. Piso de paralelepípedo de pedra miracema intertravado Carolina Lacaz/Divulgação | Produção: Miú Interiores/Divulgação | Projeto dos arquitetos Kiko Castello Branco e Lucas Cunha No andar superior, os brises de alumínio com pintura amadeirada filtram a luz direta e reduzem a carga térmica, diminuindo o calor no interior. Além disso, suas sombras criam um efeito dinâmico, marcando a passagem das horas ao longo do dia. O espaço gourmet foi projetado ao lado da piscina para valorizar os momentos de convivência da família, que adora receber Studio Tertulia/Divulgação | Projeto do Estúdio Pedro Haruf O pátio central, que fica entre os dois blocos da construção, é o ponto de encontro da família, entre sombra e permeabilidade com os brises verticais de madeira, executados pela Madesan. Mesa de jantar Catarina e cadeiras Glória, de Paulo Alves. Ao fundo, na área da churrasqueira, a ilha ganhou banquetas Spaghetti, de Fernando Jaeger para FJ Pronto pra Levar! André Scarpa/Divulgação | Produção: Deborah Apsan/Divulgação | Projeto do escritório Nitsche Arquitetos | Paisagismo de Catê Poli Brises em alumínio no padrão freijó, da serralheria Gold, dão leveza à fachada, além de proporcionar privacidade com ventilação e iluminação naturais. Entre as plantas usadas no paisagismo, estão árvore dracena, dracena Tarzan, pitangueira, fruta-pão, Filodendro ondulato e Filodendro bipinatifundum Luiza Schreier/Divulgação | Projeto de interiores do escritório Ester Monteiro Arquitetura | Projeto de arquitetura e paisagismo de Candido Chutorianscy Arquitetura A residência se organiza em dois volumes principais: no térreo, os espaços sociais se integram à área externa por meio de portas de correr envidraçadas; no bloco superior, um monovolume abriga os dormitórios, protegidos por brises e esquadrias de alumínio da Excellent, na cor anodizado perita, que remete ao aço corten. À direita, o paisagismo de Juliana Freitas destaca a palmeira de pescoço marrom e a alpínia vermelha Fran Parente/Divulgação | Projeto do escritório FGMF Arquitetos | Paisagismo da arquiteta paisagista Juliana Freitas A volumetria é destaque na arquitetura, com uma \"caixa\" de concreto suspensa, cujo recorte frontal foi preenchido por brises de Arkos Brasil entremeados de plantas. Esse volume em balanço repousa sobre um menor e recuado, revestido com ripas de madeira ebanizadas, também da Arkos Brasil, além de um pilar lateral coberto com pedras moledo, da Paglioto Pedras. Paisagismo assinado por Marina Campanhã Denilson Machado/MCA Estúdio/Divulgação | Projeto de Vangii Guerra Os brises de alumínio pintados de cor amadeirada e os generosos beirais de concreto com 1,20 metros de avanço foram pensados para enfrentar o calor e a umidade. Com arquitetura sensível ao clima, a casa é elevada 1,70 metros acima do passeio, visto que a região sofre com enchentes anuais do Rio Doce. Entre os materiais usados na construção, gradil em chapa metálica expandida, pedra moledo e placas de concreto, da Castelatto. No paisagismo assinado por André Orsini, figuram plantas como palmeira rabo-de-raposa, agapanto, filodendro-ondulado e capim-do-texas-rubro Studio Tertulia/Divulgação | Projeto do Estúdio Pedro Haruf | Paisagismo assinado por André Orsini Brises de alumínio amadeirado suavizam o layout e camuflam as janelas frontais. Com toques de estilo industrial, a fachada recebeu revestimento em ripas cimentícias, da Palazzo Revestimentos, e platibanda de ferro Dam Mol/Divulgação | Paisagismo da Selva Paisagismo | Projeto de Rafaella Grasnoff, do escritório Loft 7 Para dar identidade ao projeto, a arquiteta criou brises de madeira maciça, que se destacam ainda mais com o pé-direito alto, além de conferir um belo sombreado. Paisagismo de Santiago Serrano Agüero, da Florando Paisagismo & Jardins Gabriela Daltro/Divulgação | Projeto da arquiteta Tatiana Melo Composta por dois volumes horizontais bem definidos, a fachada frontal é mais reservada, com brises ripados e portão, ambos de alumínio no padrão madeira. Piso drenante da Castelatto Júlia Tótoli/Divulgação | Projeto do escritório Morada 31.12 Arquitetura e Interiores | Paisagismo de Ana Paula Roseo",
"title": "Brises: o que são e como aplicá-los na arquitetura e na decoração"
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