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Quem é Márcio Poncio, empresário, pastor e pai de influenciadores preso em operação da PF

Pequenas Empresas & Grandes Negócios [Unofficial] July 2, 2026
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O empresário e pastor Márcio Poncio, 52 anos, foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (2/7), em um flat na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu durante a quinta fase da Operação Unha e Carne, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado à cúpula do jogo do bicho e supostos repasses a agentes públicos. Conhecido nas redes sociais pela exposição da rotina da família, o empresário e pastor ganhou projeção nacional ao lado dos dois filhos, os influenciadores Saulo e Sarah Poncio, que acumulam 2 milhões e 3,3 milhões no Instagram, respectivamente. O patriarca reúne 538 mil seguidores na mesma plataforma. Antes da notoriedade nas redes, ele construiu sua trajetória no mercado do tabaco, atividade que lhe rendeu o apelido de "pastor do cigarro". Paralelamente aos negócios, mantém atuação religiosa há mais de duas décadas. Em seu perfil, Poncio se apresenta como membro da Igreja da Nuvem e "servo de Deus". Além da atuação empresarial e religiosa, também ingressou na política. Foi candidato nas eleições de 2022 como suplente de deputado federal, quando recebeu cerca de 33 mil votos, e disputou, em uma eleição suplementar, a Prefeitura de Três Rios (RJ). Ele é casado com a pastora Simone Poncio, 50 anos. Recentemente, o casal anunciou a reconciliação do relacionamento e informou que espera um filho. Operação da PF A prisão do empresário foi realizada no âmbito da quinta fase da Operação Unha e Carne. Segundo informações veiculadas pelo jornal O Globo, listas apreendidas com o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, apontaram movimentações contábeis consideradas suspeitas, além de registros de doações eleitorais e supostos pagamentos indevidos. Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que também determinou o sequestro de bens e valores dos investigados, em um total de até R$ 22 milhões. A investigação integra um conjunto de apuração determinado pela Corte para investigar possíveis conexões entre grupos criminosos e agentes públicos no estado do Rio de Janeiro. Leia também

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