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"textContent": "\nA Reforma Tributária já começou. E os prazos limites para que as pequenas e médias empresas se adaptem às novas regras são curtos, o que exige atenção de seus gestores. Ter um sistema integrado que englobe desde a logística dos produtos oferecidos até os novos cálculos tributários é fundamental para manter a sobrevivência dos negócios e garantir competitividade. Mais que uma mudança de tributos, a reforma traz uma guinada na lógica de apuração, na maneira como as empresas pagam seus impostos e como o crédito tributário navega nas cadeias produtivas. Desta forma, priorizar a contratação de um sistema de gestão é crucial para a resolução de problemas futuros. “Nosso software é uma ferramenta muito útil para acelerar tomadas de ações embasadas em dados, trazendo visibilidade e previsibilidade financeira para essas empresas. Ele é um grande hub de informação que ajuda as empresas a entenderem o que está acontecendo no negócio e antever movimentos futuros, algo que nessa dinâmica da reforma tributária é fundamental\", explica José Adriano Vendemiatti, diretor de Marketing de Produto da Omie, que atua na gestão de pequenas e médias empresas. Entre os diferenciais do sistema oferecido pela Omie está a visibilidade de fluxo de caixa. O sistema permite organizar as entradas e saídas e dar uma previsão sobre faturamentos. A gestão de fornecedores é outro ponto chave, pois os prazos do creditamento de tributos vão mudar, impactando o faturamento. Split payment Para mudar a percepção dos pequenos e médios empresários, a Omie pretende realizar mais de três mil eventos explicando a necessidade dos sistemas de gestão em um contexto de transição tributária. “Hoje em dia, o empreendedor está acostumado a vender e depois apurar os impostos. Esse dinheiro do imposto que ele vai recolher lá na frente, usa como caixa para operar a empresa. Com um split payment planejado (mecanismo financeiro que divide o valor de uma transição entre múltiplos recebedores), o empreendedor já vai receber os valores líquidos no tempo programado\", explica Felipe Beraldi, gerente de Indicadores e Estudos Econômicos da Omie Outro ponto destacado pelo executivo: quando a reforma começar a vigorar efetivamente, a partir de 2027, haverá mudanças significativas na questão dos débitos e créditos. “Dependendo do enquadramento fiscal das empresas com as quais o empresário se relaciona, comprando e vendendo, haverá diferenças de valores. Muitos deles não estão preparados para essa mudança\", avalia Felipe Beraldi. Sistema diferenciado No sistema de gestão o empreendedor pode visualizar, de modo intuitivo, as contas a pagar e a receber, entender se o fornecedor atua com lucro real presumido, ou simples nacional, e negociar com eles. Dependendo da negociação, o empresário poderá avaliar se é mais vantajoso mudar de fornecedor ou estimulá-lo a mudar de regime tributário. Ao emitir uma nota fiscal já será disponibilizado automaticamente o cálculo dos impostos. Com a contabilização em tempo real, o cliente emite uma nota que sai escriturada e contabilizada do outro lado. A ferramenta também está totalmente adaptada para os prazos de cobrança estipulados pela reforma, fazendo com que o empreendedor não pague multas ou deixe de recolher créditos. A Omie estima, com base em pesquisas internas, que mais de 80% das pequenas e médias empresas ainda não utilizam sistemas integrados de gestão. Entre as empresas nascentes (com até dois anos de existência) que adotam esses sistemas desde o início de suas operações, observa-se um crescimento de faturamento cerca de 40% superior à média de mercado. “Temos recomendado fortemente aos empresários não deixarem este tema na gaveta por conta do ambiente difícil de negócios, da dificuldade de tracionar o faturamento. A transição é longa, mas ela já começou e nós temos marcos importantíssimos de curto prazo que precisam ser considerados. Oferecemos uma estrutura de dados que a empresa precisa e vai ser fundamental para todas as contas que devem ser feitas para a melhor tomada de decisão\", finaliza Beraldi.",
"title": "Reforma Tributária: sistemas de gestão integrados são fundamentais para pequenas e médias empresas se adaptarem à transição"
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