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"publishedAt": "2026-06-21T13:52:50.000Z",
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"textContent": "\nUm vídeo que mostra diversas fachadas de bares tapadas com lonas na Vila Madalena, em São Paulo, durante a exibição da partida entre Brasil e Haiti pela Copa do Mundo, na última sexta-feira (19/6) tem levantado polêmica nas redes sociais. Perfis têm disseminado as imagens e os estabelecimentos têm sido criticados pela internet. Em uma publicação no X, que já acumula mais de 2 milhões de visualizações, usuários questionam a decisão: “só o que faltava o jogo sendo exibido de graça na TV e no YouTube e os mortos de fome do bar tapando a TV como se fosse algo super exclusivo [SIC]”. A maioria aponta para uma possível “perda de clientes” com o bloqueio, mas também há quem critique a própria cidade pela decisão: “A gente sempre espera o pior de São Paulo e São Paulo sempre entrega.” O post viral em questão ganhou um adendo de contexto do próprio X para explicar o motivo do bloqueio das fachadas dos estabelecimentos. “Alguns bares em SP cobrem as TVs para cumprir regras da Subprefeitura de Pinheiros que proíbem transmissões para calçadas e ruas a fim de evitar aglomerações transtornos no trânsito e multas. A Prefeitura disponibiliza telões oficiais em pontos específicos”, diz o texto. Initial plugin text Segundo apuração da CBN, a Subprefeitura de Pinheiros orientou os estabelecimentos a não exibirem as partidas para o público nas calçadas e ruas, e a orientação de tapar as fachadas veio da própria fiscalização da região poucos minutos antes do início da partida. Os jogos só podem ser exibidos para quem está dentro do estabelecimento, não para quem está fora. A própria Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em São Paulo (Abrasel SP) divulgou uma cartilha com normas jurídicas para a transmiss dos jogos, uma vez que 50% dos estabelecimentos pretendem exibir as partidas. O material orienta que as transmissões ocorram dentro dos estabelecimentos e esclarece que bares e restaurantes não podem cobrar ingressos ou taxas extras para que clientes assistam aos jogos, já que a prática pode ser interpretada como exploração comercial indevida do evento. A cartilha também determina que a programação das emissoras autorizadas seja exibida integralmente, sem cortes nos intervalos comerciais, e recomenda o uso de mensagens genéricas na divulgação das partidas, evitando referências diretas à Copa do Mundo, à FIFA ou a marcas oficiais. Decorações temáticas com elementos genéricos do futebol são permitidas, mas símbolos protegidos, como logotipos, mascotes e imagens da taça, não podem ser utilizados. Além disso, promoções, pratos e bebidas inspirados no futebol são liberados, desde que não haja associação oficial com a competição, e as transmissões devem ocorrer apenas por canais detentores dos direitos de exibição. Leia também",
"title": "Por que bares de São Paulo cobriram as fachadas com lonas durante o jogo do Brasil"
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