{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreibub63xwaxxj4onlzijgpcvz74rgzqlleqd5xag64bjqou4kuoku4",
"uri": "at://did:plc:cks5g53jyu3iywl7pppedf7y/app.bsky.feed.post/3mofft2ea3e72"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreie774jj6beywmaqlddznu6dtktalvfgsdc2jsfompajush2qenhg4"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 3071712
},
"path": "/marketing-vendas/noticia/2026/06/o-que-os-torcedores-mais-beberam-em-bares-de-sp-na-estreia-do-brasil-na-copa-do-mundo-ranking-traz-surpresa.ghtml",
"publishedAt": "2026-06-15T21:09:30.000Z",
"site": "https://revistapegn.globo.com",
"tags": [
"pegn"
],
"textContent": "\nA estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo no último sábado (13/6), que terminou em empate por 1 a 1 com o Marrocos, ajudou a impulsionar o movimento em bares e restaurantes. Disputado às 19h, horário tradicionalmente forte para o setor, o jogo reuniu torcedores em busca de locais para acompanhar a partida, aumentando a expectativa do setor de faturar mais durante a Copa. Oito em cada dez negócios preveem crescimento nas receitas em dias de jogos, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Desse grupo, 59% acreditam que a alta pode chegar a 20%, e 52% dos estabelecimentos pretendem transmitir as partidas do torneio. E não são só os bares e restaurantes que lucram com as partidas: o setor de bebidas também tem comemorado — e apostado alto. A Ambev, por exemplo, que tem em seu portólio marcas como Brahma, Skol, Budweiser, Corona e Stella Artois investiu em iniciativas que vão de programas de fidelidade a arenas de transmissão. Além disso, prometeu cerveja grátis caso o Hexa venha. Um levantamento feito por PEGN com bares e restaurantes tradicionais da capital paulista mostra que a cerveja segue como a bebida oficial da Copa. No entanto, alguns drinks e até água figuraram entre as bebidas mais consumidas. No Grupo Azim, empresa de gestão de bares em São Paulo, os mais pedidos foram o Chope Brahma (20,57%), cerveja Original (11,68%), Corona (4,11%) e Spaten (3,60%). A água também entrou nesse ranking, com 8,33% dos pedidos — à frente de Corona e Spaten. O levantamento foi feito nos bares Posto 6, Salve Jorge e Omada. O bar O Pasquim, com unidades da Zona Norte, Vila Madalena e Mercado Municipal, registrou destaques para a cerveja Heineken e chope Amstel, mas drinks e batidas também se destacaram. A cerveja dominou o top 5 nas três unidades da empresa — enquanto o Chope Heineken foi o campeão no Mercadão, a cerveja convencional, também da Heineken, foi a estrela das outras duas unidades — , mas drinks como Aperol Spritz, Caipirão Cachaça, Trio Moscow Mule marcaram presença entre as dez bebidas mais pedidas. No Mercadão, a dose de Campari ficou em sexto lugar. Já na Fábrica de Bares, que gerencia casas como Bar Brahma, Riviera, Bar dos Arcos e Orfeu, entre os pedidos mais procurados estão Chope Brahma, caipiroskas da nova linha especial de Copa do Mundo da Smirnoff, a Seleçoff e cervejas de 600 ml. Leia também:",
"title": "O que os torcedores mais beberam em bares de SP na estreia do Brasil na Copa do Mundo? Lista traz surpresa"
}