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Steve Wozniak revela a verdadeira razão pela qual cofundou a Apple — e não foi pelo dinheiro

Pequenas Empresas & Grandes Negócios [Unofficial] May 26, 2026
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O cofundador da Apple, Steve Wozniak, afirmou que não criou a empresa pensando em dinheiro ou em construir um império bilionário da tecnologia. Em discurso recente para formandos da Universidade Estadual de Grand Valley, nos Estados Unidos, o engenheiro contou que sua principal motivação era desenvolver um computador pessoal próprio e conquistar reconhecimento entre outros profissionais da área. Apesar da grandeza da empresa, que hoje acumula um valor de mercado de cerca de US$ 4,5 trilhões, impulsionada por produtos como iPhone, iPad e MacBook, Wozniak disse que a ideia de construir uma gigante tecnológica não era o plano inicial. As informações são do site Entrepreneur. “Quando você experimenta coisas novas, elas não precisam ser necessariamente por dinheiro”, disse Wozniak. “Quando fundamos a Apple, eu queria ganhar dinheiro? Criar uma empresa? Criar um setor? Não. Eu queria que outros engenheiros olhassem para meus projetos e dissessem: ‘Uau!’”, afirmou. Segundo Wozniak, antes da criação da Apple, em 1976, ele trabalhava na Hewlett-Packard (HP), uma das maiores empresas tecnológicas do mundo, e acreditava que faria carreira na empresa. Foi lá que desenvolveu a ideia de um computador pessoal acessível ao público, junto a um grupo de engenheiros, mas teve o projeto rejeitado cinco vezes pelos executivos da companhia. Após as negativas, acabou aceitando uma proposta relutante: lançar o projeto de forma independente, junto a Steve Jobs e Ronald Wayne. Décadas depois, a Apple se transformaria em uma das empresas mais valiosas do mundo. Durante a fala aos formandos, Wozniak também disse que vê esse momento como uma lição e defendeu trajetórias profissionais menos convencionais, em que o sucesso pode surgir justamente ao seguir caminhos diferentes do planejado. Ele compartilhou uma mensagem: escolham oportunidades significativas. Afastar-se da convenção pode ser o primeiro passo para construir algo extraordinário. “Não sigam os mesmo passos que milhões de outras pessoas. Pensem: será que existe algo que eu possa fazer um pouco diferente?”. O empresário relembrou ainda que, na juventude, fazia trabalhos de acadêmicos para desconhecidos e dava aulas particulares por valores baixos, simplesmente porque gostava de ajudar, reforçando a ideia de que paixão pelo que se faz pode ser mais importante do que o retorno financeiro imediato. “Quando você tinha que digitar documentos em uma máquina de escrever de verdade, da meia-noite às 6 da manhã, para um estranho que eu nunca mais veria, eu cobrava 5 centavos”, disse ele em seu discurso. “Se você faz algo que ama, e eu amo digitar, você não precisa provar isso cobrando uma fortuna”, concluiu. Leia também:

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