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"textContent": "\nCobertura generosa de curau, massa de milho macia e um visual pensado para despertar desejo à primeira vista. O bolo \"piscininha\" da Casinha da Pamonha, em Araçatuba (SP), se transformou em um fenômeno nas redes sociais e impulsionou a visibilidade da marca em 2026. Somadas, duas publicações feitas neste ano sobre o produto já ultrapassam 2 milhões de visualizações no Instagram. A mais recente, publicada em 15 de maio, alcançou 878 mil visualizações, reforçando o doce como um dos principais itens do portfólio. O impacto da repercussão também se reflete nas vendas. Segundo a empreendedora Raquel Cunha, que fundou o negócio, o bolo piscininha está entre os produtos de maior saída da marca, que atualmente mantém um catálogo com cerca de 40 itens. A pamonha segue como carro-chefe, com produção média de 3 mil unidades por semana, mas o bolo ganhou protagonismo ao unir apelo visual e estratégia de conteúdo para as redes sociais. Considerando a proximidade das festas juninas, ela diz que a buscas pelos produtos costumam aumentar em 100%. \"Não tem como mensurar se a crescente nas vendas foi pelo vídeo ou pelo período, porque já tem esse aumento natural entre maio e agosto\", frisa. A trajetória da empresa está ligada à transformação de receitas tradicionais em produtos com forte potencial de compartilhamento. A ideia do bolo, por exemplo, surgiu após a fundadora assistir a um vídeo nas redes sociais. “Vi o vídeo de uma menina fazendo, só que ela colocava brigadeiro de milho, não era com o curau. E eu falei: ‘Nossa, por que não colocar o curau?’”, relata. Para ela, a aparência do produto influencia diretamente o consumo. “Ele, visivelmente, é um bolo muito bonito, né? Então, o pessoal olha e come com os olhos”, afirma ela, detalhando que o doce custa R$ 22 (600 gramas) e R$ 55 (1,8 quilos). Initial plugin text t Sobre o foco em receitas à base de milho, a empreendedora afirma que o negócio nasceu da vontade de trazer para Araçatuba sabores que faziam parte da sua própria história. “Eu sou goiana, minha mãe é goiana, eu cresci em Goiás. Quando eu vim pra cá eu sentia muita falta [de pamonha]”, conta. O incentivo definitivo veio após uma professora elogiar um bolo de milho preparado por ela durante um curso. A operação começou no fim de 2019, de forma artesanal, no bairro Jardim Sumaré, com cinco mesas montadas na área da casa da família e produção feita com utensílios domésticos. “Iniciamos com milho, cara e coragem. Tudo isso com o fogão de casa, com as assadeiras de bolo e as panelas que a gente tinha”, lembra. Seis meses depois, a pandemia de covid-19 levou o negócio a operar exclusivamente por delivery, etapa que antecedeu a mudança para o atual ponto comercial. Hoje, a empresa conta com 13 funcionários e planeja ampliar a operação com a implantação de uma estrutura fabril até outubro de 2026. O objetivo é aumentar a capacidade produtiva e iniciar a entrada no varejo supermercadista. “Vamos manter toda a nossa linha artesanal para as lojas de Araçatuba, mas teremos uma segunda linha mais industrial para o mercado”, diz. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da PEGN? É só clicar aqui e assinar! Leia também",
"title": "Bolo 'piscininha' de curau viraliza e impulsiona vendas de pamonharia no interior de São Paulo"
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