{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreidnl5zixmontvppbr267ljhccavdbhu4isgmqnewrxk7v3ubxw4lm",
    "uri": "at://did:plc:cks5g53jyu3iywl7pppedf7y/app.bsky.feed.post/3miiamoqrnqp2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreicpsjq73qvda2e6ksmkrjzftjembwwuftxeg7resoywvg5uak75tm"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 162871
  },
  "path": "/marketing-vendas/noticia/2026/04/album-da-copa-historia-das-figurinhas-do-mundial-comecou-com-fabricante-de-doces-saiba-mais.ghtml",
  "publishedAt": "2026-04-01T17:23:10.000Z",
  "site": "https://revistapegn.globo.com",
  "tags": [
    "pegn"
  ],
  "textContent": "\nA Panini iniciou nesta quarta-feira (1/4) a pré-venda para o álbum oficial da Copa do Mundo 2026. A tradição, que movimenta crianças e adultos fanáticos por futebol, interessados em completar seus exemplares com todas as figurinhas, é centenária, mas nasceu em outro formato. De acordo com o acervo do Museu do Futebol, localizado em São Paulo (SP), a primeira coleção de figurinhas de esporte que se tem registro no Brasil é de 1919. As Balas Sport, produzidas pela Grecchi & Cia., traziam imagens de jogadores de futebol para colecionar. O primeiro álbum, porém, só surgiu alguns anos depois, em 1938, pelas mãos de outra fábrica de balas e confeitos. A Americana já apostava no mesmo formato de colocar figurinhas nas embalagens de balas desde 1921, mas passou a fornecer também um livro onde as crianças poderiam reunir as imagens. Em 1958, outra novidade: as figurinhas das Balas Futebol passaram a ser vendidas em pacotinhos, em formato mais próximo do que temos até hoje. A Americana também distribuía prêmios aos sortudos que encontrassem figurinhas especiais. A partir de 1961, a empresa decidiu focar na produção dos álbuns, tornando-se editora. Até esse momento, os álbuns eram lançados após a Copa do Mundo, com imagens dos jogadores e das partidas. A partir de 1962, os fãs de futebol puderam colecionar as figurinhas antes do campeonato. Diferentes editoras, como J.D. Campos e Bruguera, lançavam álbuns a cada quatro anos. Segundo a Superinteressante, a Panini só entrou no jogo – no Brasil – em 1990, após um acordo com a Fifa que garantiu o direito exclusivo de editar as figurinhas a nível mundial. Para conseguir o feito, a empresa italiana se fiou na reputação editorial que construiu desde a sua fundação, em 1961, pelos irmãos Giuseppe e Bruno Panini. Veja também Os dois eram donos de banca e agência de distribuição de jornais e começaram no negócio das figurinhas com a produção de cromos dos jogadores do Campeonato Italiano, na época em que as imagens precisavam ser grudadas nos álbuns com cola. Na década de 1970, as figurinhas se tornaram autocolantes e, pela primeira vez, a Panini lançou um álbum do Mundial – ano da competição no México. Uma cópia da primeira edição foi vendida em dezembro de 2023 por £ 2 mil, segundo reportagem da BBC. Para a competição deste ano, a ser realizada entre 11 de junho e 19 de julho no Canadá, Estados Unidos e México, a Panini preparou um álbum com 980 figurinhas colecionáveis, sendo 68 metalizadas. As 48 seleções classificadas serão contempladas na nova versão, que será oficialmente lançada em 1º de maio. No Brasil, os valores variam entre R$ 24,90, na versão simples, e R$ 359,90, na versão box premium.",
  "title": "Álbum da Copa: história das figurinhas do mundial começou com fabricante de doces; saiba mais"
}