{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreiceiqetx7w3jwrtyvucsdwc4um3pcwhz7t4r365k7ybik7tsxsofm",
    "uri": "at://did:plc:cks5g53jyu3iywl7pppedf7y/app.bsky.feed.post/3mhwlwsohmti2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreig4gwipku6ebroixbzhcdkkptfkk3rzdoeobtodyip3oeyd7u6x5i"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 166098
  },
  "path": "/negocios/noticia/2026/03/sem-controlador-onlyfans-vira-alvo-de-disputa-entre-investidores-apos-morte-de-bilionario.ghtml",
  "publishedAt": "2026-03-25T22:01:29.000Z",
  "site": "https://revistapegn.globo.com",
  "tags": [
    "pegn"
  ],
  "textContent": "\nA morte do bilionário Leonid Radvinsky, dono majoritário do OnlyFans, desencadeou uma disputa pelo controle da plataforma de conteúdo por assinatura, que movimenta bilhões de dólares e atrai interesse crescente de investidores e executivos da indústria do entretenimento. Radvinsky morreu aos 43 anos após uma batalha privada contra o câncer, segundo comunicado da empresa. A morte, mantida em sigilo fora de seu círculo próximo até sua divulgação, ocorreu em meio a negociações para a venda do negócio, que já vinha sendo considerado um dos ativos mais lucrativos da chamada economia dos criadores. Com faturamento de cerca de US$ 1,4 bilhão em 2024, segundo o órgão oficial do governo do Reino Unido responsável pelo registro e pela regulação administrativa de empresas, o OnlyFans passou por uma transformação nos últimos anos, ampliando sua atuação além do conteúdo adulto para áreas como comédia e esportes, o que aumentou seu apelo para investidores tradicionais. A ausência de um controlador definido após a morte do empresário acelerou o interesse de potenciais compradores. Entre os nomes especulados estão grandes figuras de Hollywood e fundos de investimento, como a Architect Capital, que já avaliava a aquisição de uma participação majoritária na empresa por bilhões de dólares, publicou o The Wall Street Journal neste ano. As negociações, no entanto, enfrentam obstáculos. O histórico da plataforma com conteúdo adulto ainda gera resistência no mercado financeiro, dificultando acordos e eventuais planos de abertura de capital. Fontes próximas às tratativas afirmam que Radvinsky buscava vender a empresa antes de morrer, preocupado com o futuro da família e com possíveis disputas pelo controle do negócio. — Ele estava desesperado para concluir a venda — disse uma fonte ao Page Six. Criado em 2016 e adquirido por Radvinsky em 2018, o OnlyFans se consolidou como uma das plataformas mais influentes da internet ao permitir que criadores monetizem diretamente seu conteúdo com assinantes. A morte do empresário, considerado uma figura discreta no setor, marca uma nova fase para a empresa, agora no centro de uma disputa estratégica entre tecnologia e entretenimento. O desfecho das negociações deve definir não apenas o futuro da plataforma, mas também os rumos de um mercado em expansão, que mistura redes sociais, produção independente e monetização direta de conteúdo. Leia mais",
  "title": "Sem controlador, OnlyFans vira alvo de disputa entre investidores após morte de bilionário"
}