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"publishedAt": "2026-02-26T19:29:39.000Z",
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"textContent": "\nO uso de bicicletas elétricas como ferramenta de trabalho nas entregas de delivery tem crescido no Brasil e no mundo. Um estudo publicado no Science Direct indicou que 46,4% dos entregadores por aplicativo em grandes cidades europeias utilizam bicicletas como principal meio de transporte, e, desse total, 38,8% operam com bicicletas compartilhadas, muitas delas elétricas – evidenciando a relevância do modal na logística de última milha. Ao mesmo tempo, operadores logísticos vêm ampliando o uso de e-bikes em suas frotas, impulsionados pela eficiência em centros urbanos congestionados e pelo menor custo operacional quando comparado a motocicletas. No Brasil, o movimento também é significativo. Segundo dados do iFood, atualmente há mais de 200 mil entregadores ativos na plataforma, distribuídos em 1.700 cidades, e cerca de 27% utilizam bicicleta como principal meio de transporte. Nesse contexto, a adoção de modelos elétricos pode representar um ganho operacional importante, já que a assistência do motor permite percorrer maiores distâncias com menos desgaste físico, aumentando a agilidade nas entregas e possibilitando um número maior de corridas ao longo do dia, o que simboliza mais receita para o entregador. Dentro desse cenário, um dos modelos que mais vêm chamando atenção são as bikes autopropelidas. Diferentemente das bicicletas elétricas de pedal assistido, elas permitem o acionamento do motor sem necessidade de pedalada contínua, oferecendo mais autonomia e reduzindo o desgaste físico ao longo da jornada. Para quem trabalha várias horas por dia nas ruas, isso pode significar mais produtividade e conforto nas entregas. \"O entregador precisa de agilidade e custo reduzido. A bike autopropelida facilita a rotina porque exige menos esforço físico ao longo do dia e reduz despesas operacionais quando comparada a veículos motorizados. Isso impacta diretamente no rendimento mensal de quem trabalha com entregas\", afirma David Peterle, CEO da StreetGo. É nesse contexto que a StreetGo aposta na S40, modelo autopropelido desenvolvido para entregas e transporte de carga leve. A bike oferece autonomia de até 60 km com bateria de última geração, capacidade de carga de até 30 kg (25kg na traseira/ 5kg na dianteira), estrutura reforçada e display digital com cinco modos de assistência, além de farol ajustável. Pensada para uso profissional, a S40 busca equilibrar potência, resistência e praticidade no trânsito urbano. Por permitir deslocamentos mais rápidos e constantes, o modelo se posiciona como alternativa intermediária entre a bicicleta convencional e a motocicleta – com a vantagem de não exigir CNH, emplacamento ou IPVA, já que está enquadrada nos critérios da Resolução CONTRAN nº 996/2023. Segundo David Peterle, a demanda por soluções mais eficientes para o delivery tende a crescer. \"O profissional de entrega precisa de um veículo confiável, com boa autonomia e baixo custo de operação. A S40 foi pensada para atender essa rotina, oferecendo mobilidade elétrica com menos burocracia e mais previsibilidade no dia a dia\", afirma. Com preço de R$13.490,00 e seguro gratuito por 12 meses contra roubo e furto qualificado, a S40 amplia o acesso à ciclologística urbana, oferecendo uma alternativa viável para operações que antes dependiam exclusivamente de motos ou bicicletas convencionais.",
"title": "Entregadores buscam bikes autopropelidas para reduzir custos e aumentar produtividade"
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