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  "textContent": "\nPara atender a essa demanda e integrar proteção à governança, a Valestrá anuncia a chegada de sua corretora própria no dia 13. A gestão de riscos vem deixando de ser um tema operacional para ocupar espaço crescente nas decisões estratégicas de empresas familiares no Brasil. Em um ambiente marcado por fragilidades sucessórias, aumento de disputas societárias e exposição a riscos cibernéticos, cresce a busca por modelos mais integrados de proteção patrimonial e continuidade dos negócios. Levantamentos recentes do setor indicam que apenas 12% das empresas brasileiras contam com cláusulas sucessórias claramente definidas em seus contratos societários. Ao mesmo tempo, ataques cibernéticos, contingências jurídicas e dependência excessiva de garantias bancárias têm pressionado o caixa e a governança de empresas de médio e grande porte. O resultado é um cenário em que a ausência de gestão estruturada de riscos passa a comprometer diretamente a perenidade empresarial. Nesse contexto, soluções de proteção deixam de ser tratadas como produtos isolados e passam a ser discutidas como instrumentos financeiros e de governança. Modelos mais sofisticados de gestão de riscos permitem, por exemplo, alinhar seguros à estrutura societária, proteger o patrimônio familiar de conflitos empresariais e liberar capital de giro por meio de alternativas às fianças bancárias tradicionais, como o seguro garantia. A tendência também reflete uma mudança no papel do C-level, que passa a incorporar o risco como variável estratégica nas decisões de crescimento, sucessão e reorganização societária. A integração entre diagnóstico de gestão, governança e proteção patrimonial reduz lacunas comuns em estruturas fragmentadas, nas quais o planejamento sucessório não conversa com a proteção financeira ou jurídica do negócio. É nesse movimento de mercado que a Valestrá anuncia, no próximo dia 13, a criação da Valestrá Corretora, unidade voltada à gestão de riscos empresariais. A iniciativa acompanha a demanda por abordagens mais personalizadas, que consideram ativos, operação, estrutura societária e momento de crescimento da empresa na definição das estratégias de proteção. Segundo Raphael Brezzi, presidente da corretora, a proposta é tratar o risco como parte da estratégia empresarial, e não como uma contratação pontual. “A expectativa é que esse modelo contribua para decisões mais sustentáveis no longo prazo, especialmente em empresas familiares, onde a continuidade do negócio depende diretamente da qualidade da governança e da proteção do patrimônio”. O avanço desse tipo de abordagem sinaliza uma mudança mais ampla no mercado: proteção patrimonial e gestão de riscos deixam de ser custo e passam a ser vistas como alavancas de estabilidade, eficiência financeira e preservação do legado empresarial.",
  "title": "Gestão de riscos ganha espaço na agenda de empresas familiares diante de falhas em sucessão e proteção patrimonial"
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