{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreib2sgnmdc4rhyybhgsib5flsy6wq45qauugdxv5sd6wmq3kbwo5yi",
"uri": "at://did:plc:aoifpyfe77nl5km4vjs66ycr/app.bsky.feed.post/3mm4bc3bziut2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreibwjbjspaqfw6aiqgtpkk3znbmcpcczgdhnfd75qwkistwvhvbl6q"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 265251
},
"path": "/especial/mundo/2026/05/18/pena-de-morte-execucoes-atingem-valor-mais-alto-em-44-anos/470905/?utm_medium=rss",
"publishedAt": "2026-05-18T08:00:04.000Z",
"site": "https://rr.pt",
"textContent": "Duas mil 707 pessoas foram executadas no ano passado, depois de terem sido condenadas à pena de morte. A Amnistia Internacional fala num aumento de 78% entre 2024 e 2025. As autoridades iranianas são as principais responsáveis por esta subida, depois de terem executado mais de duas mil e cem pessoas no último ano. Ainda assim, a China continua a ser o país que mais executa no mundo.",
"title": "Pena de morte: execuções atingem valor mais alto em 44 anos"
}