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  "textContent": "\nA Semana de Moda de Milão (24.02 a 02.03) foi palco de muitas novidades para o mundo da moda: três marcas icônicas apresentaram ao mundo os primeiros capítulos de novas histórias sob a direção de estilistas que já são gigantes da indústria. Entre homenagens ao passado, códigos pessoais e uma busca por suavidade, as passarelas italianas testemunharam a redefinição de legados nas grifes Fendi, Marni e Gucci. O retorno para casa de Maria Grazia Chiuri na Fendi Fendi Outono/Inverno 2026 Getty Images Após quase uma década à frente da Dior, a designer italiana estreou como diretora criativa da Fendi, resgatando laços com a maison onde começou a carreira em 1989, no setor de acessórios. Sob o lema “less I, more us” (menos “eu”, mais “nós”), Chiuri apresentou uma coleção que equilibra herança e inovação. O ponto alto foi o lançamento da edição limitada da nova Baguette 26424, uma volta às proporções originais da bolsa mais icônica da casa. Na passarela, a estilista reafirmou sua assinatura ao mesclar opostos: blazers de alfaiataria impecável dividiram espaço com vestidos fluidos e transparentes, enquanto colarinhos estruturados surgiam como colares e coletes de manga curta foram adornados com texturas de pelo. O animal print, as sandálias peep toe combinadas com meias e a elegância das transparências marcaram mais um passo na trajetória de uma das mulheres mais influentes em um setor ainda predominantemente masculino. Fendi Outono/Inverno 2026 Getty Images Fendi Outono/Inverno 2026 Getty Images Fendi Outono/Inverno 2026 Getty Images O início da era Meryll Rogge na Marni Marni Outono/Inverno 2026 Launchmetrics Spotlight A Marni também abriu as portas para um novo ciclo. A estreia de Meryll Rogge na direção criativa da grife foi aguardada com curiosidade, dada a trajetória da belga que passou pelas equipes de Marc Jacobs e Dries Van Noten. E sua visão para a maison italiana já chegou com personalidade própria. Rogge trouxe para a passarela uma elegância desconstruída, típica das primeiras coleções da marca. O couro apareceu em calças, saias e coletes, suavizados por suéteres de tricô aconchegantes. A estilista brincou com volumes e texturas, apresentando um poá tridimensional, além do uso de flanela em diversos looks. Os detalhes funcionais ganharam protagonismo com maxi botões e zíperes decorativos, além de vestidos e jaquetas utilitários. Nos pés, botas de cano alto com direito a cadarços amarrados até o topo chamaram atenção. Marni Outono/Inverno 2026 Launchmetrics Spotlight Marni Outono/Inverno 2026 Launchmetrics Spotlight Marni Outono/Inverno 2026 Launchmetrics Spotlight Marni Outono/Inverno 2026 Launchmetrics Spotlight A nova leveza de Demna na Gucci Kate Moss desfila para a Gucci depois de 31 anos Reprodução Instagram Se as outras estreias foram aguardadas, a de Demna na Gucci foi, sem dúvida, a que gerou mais curiosidade. Conhecido por sua estética desconstruída e volumosa na Balenciaga, o estilista assumiu o comando criativo da grife em março de 2025 e, finalmente, levou sua visão à passarela pela primeira vez. Horas antes do desfile, uma carta aberta de Demna nas redes sociais acendeu ainda mais os holofotes. “Meu primeiro desfile na Gucci apresenta um universo [...], que irá permear minha linguagem de design daqui em diante”, declarou. “A Gucci não é uma ‘maison’, não tem raízes na alta-costura. [...] Irei poupar detalhes técnicos sobre a coleção, apenas mencionar que tenho como intenção tornar a Gucci mais leve, mais suave e mais refinada”, acrescentou Na passarela, a alfaiataria apareceu fácil e fluida. Peças sem costura e rentes ao corpo foram um dos destaques em vestidos e camisetas combinadas com calças justas (denim e couro). As silhuetas foram alongadas por saias lápis e vestidos com fendas ousadas até a cintura, enquanto conjuntos de duas peças desfilavam com propostas para a noite, com bordados, e para o dia, em tecidos lisos. O monograma ícone da casa foi usado com moderação, surgindo de forma sutil em bolsas e saias. Tudo era sobre estrutura e pureza de formas. Ao fim do desfile, Kate Moss retornou à passarela da Gucci após 31 anos, quando fez o último catwalk para a marca ainda na era de Tom Ford, em 1995. Desta vez, a supermodelo encerrou a apresentação com um vestido de festa longo, com decote profundo nas costas e fio dental com aplicação do double G feito de ouro branco cravejado com 10 quilates de diamantes. Gucci Outono/Inverno 2026 Getty Images Gucci Outono/Inverno 2026 Getty Images Gucci Outono/Inverno 2026 Getty Images Gucci Outono/Inverno 2026 Getty Images Gucci Outono/Inverno 2026 Getty Images Gucci Outono/Inverno 2026 Getty Images Gucci Outono/Inverno 2026 Getty Images Gucci Outono/Inverno 2026 Getty Images",
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