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Globo recebe selo Pró-Ética da Controladoria Geral da União

Valor Econômico [Unofficial] July 1, 2026
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A Globo foi premiada nesta quarta-feira (1º de julho) com o selo Pró-Ética da Controladoria-Geral da União (CGU). O reconhecimento por suas práticas de ética, integridade e governança corporativa refere-se à edição 2025–2026 do Programa Empresa Pró-Ética da CGU. O selo está alinhado à agenda ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança), principalmente no eixo de governança, ao estimular compromissos institucionais mensuráveis e sustentáveis. A cerimônia foi realizada em Brasília, durante a homenagem pelo Dia da Integridade Empresarial, com participação da diretora de riscos e compliance da Globo, Carolina Junqueira. “A conquista do selo Pró-Ética reflete uma jornada consistente de fortalecimento da integridade da Globo. A consolidação de políticas e processos nos permitiu avançar na construção de uma cultura organizacional em que ética, transparência e responsabilidade orientam nossas decisões e relações”, disse Junqueira. A diretora acrescentou que o reconhecimento reforça o compromisso da Globo “com as melhores práticas de governança e com a geração de valor sustentável para a sociedade”. O Programa de Compliance da Globo completou dez anos em 2025. Durante esse período, a área evoluiu para além de processos, fortalecendo uma cultura organizacional baseada em ética, comportamento e tomada de decisão responsável no dia a dia. De acordo com a Globo, “essa trajetória posiciona o compliance como uma ferramenta essencial de proteção reputacional, especialmente em um contexto de alta exposição e dinamismo, em que a credibilidade é construída continuamente”. Na área de privacidade de dados, a companhia diz que o avanço é consistente nos seus negócios, com 98% dos colaboradores capacitados nos treinamentos desse programa. O Pró-Ética possui relevância global e é considerado um marco na promoção da ética nas relações público-privadas. É classificado como um dos principais exemplos de incentivo ao investimento voluntário em integridade por organizações internacionais como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc/ONU). Depois do Brasil, outros países da América Latina, entre os quais, Colômbia e Paraguai, criaram iniciativas semelhantes. Durante o evento nesta quarta-feira foi realizado um debate com o tema “O poder do Pacto e do Pró-Ética: tirando a integridade do papel”. Com moderação da diretora de promoção e avaliação de integridade privada da CGU, Cristine Köhler Ganzenmüller, a mesa foi composta por Carolina Junqueira, André Cruz (Alubar), Carolina Marzano (Abes/CLM), Fernanda Santos Schramm (Statkraft) e Gabriel Nogueira Bravo (Sebrae).

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