{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreia6cpj6sq7ulfydhlvatvv4j4jkly63y3xisvhg6vg7pllv3n2elu",
    "uri": "at://did:plc:6ww2l5bomoz3ru6qokdg3tka/app.bsky.feed.post/3mpd3iwbpu6j2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreifgyfjpvq7ylig6qoccuc6by7l6iphw6wgu5zbskdovfbxpuhjism"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 435380
  },
  "path": "/carros/carros-classicos/noticia/2026/06/teste-suzuki-sidekick-relembre-o-vitara-gourmet.ghtml",
  "publishedAt": "2026-06-27T13:00:15.000Z",
  "site": "https://autoesporte.globo.com",
  "tags": [
    "autoesporte"
  ],
  "textContent": "\nCom o Sidekick não se pode mais dizer que a Suzuki só fabrica veículos pequenos. Nem grande nem pequeno, a versão cinco portas do Vitara tem o tamanho exato. Voltado para o uso familiar, tem excelente aproveitamento do espaço interno, o que permite o transporte confortável de 4 pessoas e toda a bagagem necessária. Este espaço para bagagem é o que faltava nos demais modelos da Suzuki. O Sidekick foi alongado no entreeixo em 28 cm e no comprimento total em 41 cm, aumentando também o espaço para os passageiros do banco de trás. Mas, ao contrário do que normalmente acontece em outros modelos com versões longas, a aparência do Sidekick não perdeu a elegância e a harmonia de linhas. Toda a área envidraçada foi bem distribuída e o acesso das portas traseiras é bom, assim como o espaço para as pernas dos passageiros. Suzuki apresentava excelente estabilidade no asfalto, mesmo sendo um 4x4 Autoesporte/Acervo MIAU + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte. O espaço dianteiro permite diversas regulagens dos bancos, que auxiliam ainda mais a posição de todos os ocupantes. O teto é alto, o que, somado à grande área envidraçada, sugere sensação de amplitude. O acabamento interno também é muito bom, com bancos de forração discreta e de perfeita ergonomia. O Sidekick vem com direção hidráulica, ar-condicionado, freios servoassistidos com ABS e controles elétricos de vidros, espelhos retrovisores e travas de portas. A ventilação interna é bastante eficiente, assim como os controles e instrumentos do painel Interior era muito bem acabado; ar-condicionado e trio elétrico eram de série Autoesporte/Acervo MIAU Um alarme eletrônico avisa quando a porta do motorista não está bem fechada ou quando ela é aberta esquecendo-se as lanternas acesas. O volante é regulável e a tampa do bocal de abastecimento têm trava interna – já a do capô fica dentro do porta-luvas. A porta traseira se abre lateralmente, carregando junto o estepe, externo. Mecanicamente o Sidekick tem motor mais potente, 16 válvulas e injeção eletrônica multiponto, 1.600 cm3 com 95 cv. Graças a esta potência extra com relação ao Vitara (74 cv), a relação da 5ª. marcha é mais longa, o que permite maior velocidade final e melhores respostas nas marchas mais curtas. Devido ao alongamento da distância entreeixo, o veículo tornou-se também menos sensível a pequenas ondulações da pista. O motor gira fácil e silenciosamente, graças à adoção de ventoinha eletromagnética, chegando aos 6.400 rpm antes de sua faixa crítica. Competente motor 1.6 16V com 95 cv era mais potente do que o do Vitara Autoesporte/Acervo MIAU Volkswagen Gol GLS enfrentou com o moderno Peugeot 306 XR em 1997 Ford Corcel foi carro inovador que deu origem a Del Rey, Belina e Pampa Achado usado: Ford Del Rey, o sedã que foi referência de luxo no Brasil Apesar de ser mais pesado, o Sidekick anda melhor que o Vitara em todas as situações, menos no off-road pesado. Para isso ele tornou-se longo demais, com vão livre pequeno e suspensão de pouco curso. Sua estabilidade no asfalto e em estradas de terra, no entanto, é excepcional para um 4x4. Seu comportamento é esportivo, sem potência de sobra, mas sempre transmitindo confiabilidade e segurança, mesmo em terrenos mais irregulares. Mesmo a adoção de eixo rígido na traseira – que aumenta o peso não-suspenso e normalmente causa alterações de dirigibilidade na terra – não chega a incomodar. Todo este conjunto tem pequenas dimensões e é assistido por um braço triangular estabilizador, que atua também como elemento antitorção do eixo. Na dianteira, a suspensão é independente com molas helicoidais e bandejas inferiores com barra estabilizadora transversal. Suspensão de pouco curso prejudicava eventuais aventuras off-road mais severas Autoesporte/Acervo MIAU Apesar de alongado, o Sidekick mantém boas características nos ângulos de entrada e saída. O que atrapalha mesmo é o ângulo central, que limita suas capacidades no fora-de-estrada. O sistema de tração é convencional, do tipo optativo, com caixa de transferência de duas velocidades e roda livre nos cubos dianteiros. Como nos demais carros japoneses, o engate de marchas é de fácil manejo, assim como a alavanca suplementar de 4x4 e reduzida. Em situações mais críticas off-road, a durabilidade da embreagem pode ficar comprometida devido à utilização exagerada do motor em alto giro. Normalmente, os veículos 4x4 possuem motores que têm sua faixa útil de torque em rotações mais baixas. Sendo o Sidekick ainda mais pesado que o Vitara, esta situação se agrava. Mas, apesar de conseguir transpor dificuldades maiores que uma simples subida lisa de terra, o Sidekick foi desenvolvido para poder trafegar com desenvoltura pelos caminhos comuns do campo, onde mesmo uma chuva pesada e a má conservação das estradas não se transformarão em obstáculos. Maior entre-eixos ante o Vitara era característica que prejudicava o ângulo central Autoesporte/Acervo MIAU Devido às suas características de automóvel no asfalto e no trânsito, torna-se uma excelente opção para o usuário que necessita de um veículo de uso misto para viagens longas e eventuais estradas de terra, para passeios com a família sem sustos e, sem dúvida, para o dia a dia. O Sidekick é a versão mais atual da linha da Suzuki Motor Corporation, distribuída oficialmente no Brasil. Tração 4x4 com reduzida fazia ótimo trabalho em atoleiros e caminhos mais escorregadios Autoesporte/Acervo MIAU A Suzuki é a quarta maior montadora do Japão. Produz hoje 1,5 milhão de veículos por ano, nas unidades do Japão, Hungria, Espanha, Canadá, Paquistão e Índia. Da produção total, 800.000 unidades destinam-se ao mercado japonês, enquanto os 700.000 restantes são exportados para 123 países. Nos últimos 25 anos, a Suzuki obteve um crescimento da ordem de 525% em sua produção: em 1968 fabricou 240 mil unidades, saltando a 500 mil em 1980 e 1,5 milhão em 1991. No Brasil, a Suzuki nomeou sua distribuidora oficial neste ano. Em 18 meses, a empresa investiu cerca de US$ 10 milhões em infraestrutura e treinamento de pessoal. Até o momento vendeu 1,4 mil unidades, por meio de uma rede de 19 concessionárias já nomeadas e inauguradas. Os planos da empresa são de comercializar até julho de 1993 três mil unidades de seus produtos e complementar sua rede de atendimento com mais 14 concessionárias. Bom ângulo de abertura das portas traseiras e tampa traseira com abertura lateral Autoesporte/Acervo MIAU Resultados dos Testes Consumo (km/l) Aceleração (s) Retomada de velocidade (s) Velocidade máxima (km/h) Ficha Técnica Ficha Técnica Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas",
  "title": "Suzuki Sidekick: relembre o Vitara gourmet que encantou famílias aventureiras"
}