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  "textContent": "\nA Stellantis fez uma série de anúncios nesta quinta-feira (21). Além de confirmar novas gerações de carros compactos da Fiat, novas picapes Ram e Fiat e novos SUVs da Jeep, o grupo também reafirmou a produção de um conjunto híbrido do tipo pleno (HEV) no Brasil até 2030, como parte do projeto Bio-Hybrid apresentado em 2023. A tecnologia é similar àquela já produzida pela Toyota por aqui desde 2019, e que também já foi confirmada por marcas como Honda, Volkswagen e Omoda Jaecoo. No entanto, não há maiores detalhes sobre qual será o motor a combustão base para o sistema, nem quantas máquinas elétricas vão auxiliar o conjunto. Planos da Stellantis para o Brasil até 2030 incluem uma inédita motorização híbrida plena (HEV) flex Reprodução/Stellantis Sabemos que será um sistema do tipo pleno, ou seja, com bateria de alta tensão (portanto, acima das arquiteturas de 12 e 48 Volts dos atuais híbridos leves do grupo), porém sem a possibilidade de recarga externa e com um motor elétrico mais robusto, capaz de tracionar o veículo em modo apenas elétrico. Já o motor a combustão será flex. Teste: Jeep Renegade híbrido tenta reverter má fama em consumo; consegue? Fiat T200 Hybrid: como funciona o motor híbrido flex de Pulse e Fastback E o PHEV? O que parece estar claro é a mudança da direção da eletrificação da Stellantis na região. Em 2023, quando apresentou o projeto Bio-Hybrid, a fabricante prometeu três tipos de conjuntos híbridos flex. Dois seriam híbridos do tipo leve (MHEV), um de 12 Volts (que hoje equipa Pulse e Fastback) e outro de 48 Volts, que já está nos Jeep Renegade e Commander, embora muito diferente do que foi apresentado três anos atrás (sem a possibilidade de usar o veículo em modo elétrico). Motor 1.3 turbo T270 pode servir de base para novo sistema híbrido da Stellantis André Paixão/Autoesporte O outro seria um conjunto híbrido plug-in (PHEV). Na apresentação desta quinta-feira, não houve qualquer menção a um novo sistema PHEV nacional. Em vez disso, a Stellantis anunciou apenas a adoção de arquiteturas híbridas leve e uma inédita motorização híbrida plena, o que sinaliza uma virada drástica de estratégia. Atualmente, a Stellantis oferece um sistema híbrido pleno no Cherokee vendido nos Estados Unidos e estudado para o Brasil. O SUV usa como base o conhecido motor 1.6 turbo de quatro cilindros com injeção direta da família THP, mas preparado para receber dois motores elétricos. Jeep Cherokee pode chegar ao Brasil antes como forma de avaliar o mercado Renato Durães/Autoesporte Destes, o primeiro atua como gerador e motor de arranque. O segundo efetivamente ajuda a tracionar as rodas e pode levar o modelo em modo elétrico a até 100 km/h graças à bateria de 1,03 kWh. Combinados, entregam 213 cv de potência. O câmbio é do tipo eCVT. Para o Brasil, é bastante provável que a Stellantis desenvolva um novo sistema, combinando a arquitetura elétrica desse novo Cherokee ao motor 1.3 GSE turbo flex já produzido localmente. Para isso, muito provavelmente esse propulsor, de quatro cilindros e injeção direta, deve ser convertido para ciclo Miller. Initial plugin text Por isso mesmo, faz todo sentido vender o Cherokee HEV no Brasil, como forma de apresentar a tecnologia ao público brasileiro e usá-lo como clínica \" da vida real\" para desenvolver os futuros híbridos flex nacionais do tipo pleno. Ainda não há nenhuma confirmação sobre quais modelos nacionais da Stellantis usarão o sistema híbrido pleno. Considerando o mercado brasileiro, no entanto, não é difícil imaginar que a tecnologia seja adotada primeiro em carros de maior valor agregado. Seria o caso de novas gerações de Jeep Commander e Compass, Fiat Toro e Ram Rampage, e, talvez, Renegade. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas",
  "title": "Stellantis terá motor híbrido flex inédito no Brasil similar ao da Toyota"
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