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"textContent": "\nA Renault acaba de anunciar a implementação de um novo — e ambicioso — plano estratégico de alcance global. Batizado de “futuREady” e comandado pelo novo CEO, François Provost, o programa chega para suceder o plano Renaulution aplicado até então e estabelece metas ousadas nas áreas de produto, experiência do cliente e inovação tecnológica. A ação está prevista para durar até 2030 e deverá resultar no lançamento de 36 novos modelos. Desse total, a empresa explica que 22 veículos serão destinados à Europa (dos quais 16 elétricos) e outros 14 terão como foco mercados internacionais, especialmente Brasil, Índia e Coreia do Sul. O pacote contempla tanto lançamentos da própria Renault quanto de outras marcas do grupo, como Dacia e Alpine. A expectativa é que diferentes segmentos sejam alcançados, desde compactos até SUVs e picapes. François Provost, CEO da Renault, pretende reduzir drasticamente os custos de produção do grupo Divulgação O plano também inclui mudanças estruturais importantes. Nesse sentido, a Renault diz que deseja reduzir o tempo de desenvolvimento de novos modelos dos atuais quatro para apenas dois anos, gerando economia de escala em diversas áreas. Os custos com veículos elétricos, por exemplo, será reduzido em 40% e os gastos globais com produção em 20%. Além disso, haverá economia de 25% no consumo de energia das fábricas e redução de 30% no número de peças utilizadas em um único veículo. Novos carros baseados em 10 plataformas Os 36 novos carros prometidos pela Renault serão sustentados por 10 plataformas diferentes. As arquiteturas atenderão às demandas de cada segmento, especificamente, e serão projetadas para eletrificação parcial ou total. A principal da lista é a RGEV Medium 2.0, que tem estreia prevista para 2028 e será usada tanto por veículos elétricos quanto por híbridos em série (os chamados REEVs, que usam o motor a combustão apenas como gerador). Renault R-Space Lab Concept antecipa nova geração da minivan Espace Divulgação Entre outras inovações, a base terá bateria ligada a um sistema de 800 volts com células integradas diretamente na carroceria. Nos elétricos, a RGEV Medium 2.0 entregará autonomia de até 750 km, enquanto nos híbridos o alcance será na casa dos 1.400 km. As novas gerações de Mégane e Scénic serão responsáveis por inaugurar essa plataforma, que será cerca de 40% mais barata que a atual CMF-EV. Plataformas do grupo Renault Outra vantagem da base será a capacidade de suportar recarga ultrarrápida em até 10 minutos e diferentes tipos de bateria (células “pouch”, “prismática” ou “blade”), alinhando a Renault aos sistemas mais avançados da concorrência. A meta será rivalizar diretamente com os chineses, tanto em qualidade tecnológica quanto em custos de produção. Plataforma Renault RGEV Medium 2.0 Divulgação Falando em qualidade, a Renault apostará no uso de inteligência artificial (IA) para monitorar 100% das etapas-chave da manufatura (mais de 1.000 pontos de controle), garantindo rastreabilidade total e maior capacidade de reação às demandas da rede comercial. O objetivo é reduzir em 50% os incidentes desde o primeiro ano de uso e em 30% as reclamações dos clientes em cinco anos. Plataforma RGEV Medium 2.0 é 40% mais barata que a atual CMF-EV Divulgação + Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte Renault terá 36 lançamentos até 2030 Até 2030, a Renault pretende vender apenas veículos híbridos ou elétricos no mercado europeu. Já em mercados internacionais, onde 14 novos carros serão lançados como já mencionamos, a meta é vender 50% de eletrificados. Com portfólio renovado e mais segmentos alcançados, a empresa espera emplacar por ano cerca de 2 milhões de unidades (metade fora da Europa). Em 2025, para efeito de comparação, o grupo vendeu em todo o mundo 1,63 milhão de carros. Renault Bridger Concept antecipa novo SUV para mercados emergentes Divulgação Com a marca Renault, especificamente, 14 novos modelos serão lançados, sendo 12 destinados à Europa. É o caso das novas gerações de Mégane, Scénic e Espace (esta última antecipada pelo conceito R-Space Lab). Já mercados emergentes receberão outra leva de carros, como o SUV compacto Bridger, que acaba de ser apresentado na Índia. Ainda conceitual, o modelo terá o Suzuki Jimny como principal concorrente. Initial plugin text A Dacia, por sua vez, continuará seu programa de expansão para novos segmentos. Depois do Bigster, posicionado acima do Duster, a marca anuncia agora a chegada do Striker, uma perua com estilo crossover que brigará diretamente com Skoda Octavia e Volkswagen Passat Variant. Além disso, há planos para o lançamento de quatro novos elétricos até 2030. Dacia Striker é perua com estilo crossover Divulgação Novas parcerias A estremecida aliança Renault-Nissan-Mitsubishi continuará existindo, mas na Europa o grupo Renault será completamente independente. Na região, Nissan e Mitsubishi serão apenas parceiras pontuais da francesa, como no caso da estratégia de rebadge aplicada nos modelos Clio/Colt e Captur/ASX. Renault Koleos é fruto da parceria com a Geely Divulgação/Renault Como principais novos parceiros, a Renault anuncia Geely e Ford. No caso da chinesa, já existem alianças fechadas em diversos mercados, como Brasil e Coreia do Sul, com foco no compartilhamento de fábricas e plataformas. Com a Ford, a parceria será voltada para mercados da Europa, também envolvendo plataformas em comum. Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital. Mais Lidas",
"title": "Renault promete 36 novos carros até 2030 e elétricos com qualidade chinesa"
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