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"publishedAt": "2026-06-01T19:08:16.000Z",
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"textContent": "A proposta para alterar a divisão de potência dos motores da Fórmula 1 a partir de 2027, ganhou um aliado importante. A Honda passou a integrar o grupo de fabricantes favoráveis à mudança, aproximando ainda mais a categoria de um acordo que pode modificar significativamente o regulamento técnico. Essa alteração em discussão, prevê que a distribuição de potência entre o motor a combustão e o sistema elétrico deixe de ser dividida igualmente em 50% para cada componente. A ideia é adotar uma configuração de 60% para o motor a combustão e 40% para a parte elétrica já em 2027, medida defendida por diversos nomes do paddock. A proposta surgiu após FIA e fabricantes chegarem a um entendimento inicial algumas semanas atrás. O objetivo é melhorar as corridas, reduzindo a necessidade de os pilotos administrarem o uso da bateria ao longo das voltas. Entre os defensores da mudança estão Max Verstappen, Andrea Stella e Carlos Sainz. Mesmo tendo ocorrido um consenso inicial, o tema voltou a gerar discussões durante o final de semana do GP do Canadá. Ferrari e Audi passaram a defender que a alteração fosse adiada para 2028, criando um impasse que impediu a formalização do acordo. Até então, oficialmente Mercedes e Red Bull Powertrains-Ford, eram as únicas fabricantes claramente favoráveis à implementação já em 2027. A posição da Honda e da Cadillac permanecia indefinida, aumentando a expectativa sobre o futuro das negociações. [caption id=\"attachment_552531\" align=\"alignnone\" width=\"2560\"] Foto: XPB Images[/caption] Durante o evento em Montreal, Shintaro Orihara, gerente-geral de operações de pista da Honda, evitou assumir uma posição definitiva ao comentar o assunto. Inicialmente, o dirigente afirmou que a fabricante aguardava as decisões da FIA. Quando questionado sobre o fato de a Honda também participar da votação, ele reconheceu que se trata de uma mudança significativa e classificou o tema como complexo. No entanto, a fabricante japonesa que fornece unidades de potência para a Aston Martin, agora não se opõe à proposta e pode ser incluída ao lado de Mercedes e Red Bull Powetrains-Ford entre os apoiadores da alteração. As conversas entre os fabricantes seguem em andamento para definir os detalhes de uma eventual implementação em 2027, em vez de 2028. Para que a mudança seja aprovada já para a temporada de 2027, será necessária uma supermaioria. Isso significa que cinco dos seis fabricantes envolvidos, incluindo a Cadillac, além da FIA e da Formula One Management (FOM), precisam aprovar a proposta de maneira oficial.",
"title": "F1: Honda apoia acordo sobre motores para 2027"
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