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  "publishedAt": "2026-04-04T16:08:42.000Z",
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  "textContent": "A Red Bull Racing iniciou a temporada 2026 da Fórmula 1 com mudanças profundas em sua estrutura, e isso já é perceptível dentro da equipe. Segundo o ex-piloto da categoria, Karun Chandhok, o time parece 'uma equipe diferente' após a saída de Christian Horner. Horner deixou o cargo de chefe de equipe no meio da temporada 2025, sendo substituído por Laurent Mekies. O dirigente assumiu após liderar a Racing Bulls e passou a comandar a Red Bull Racing em um novo ciclo, marcado também pela introdução dos novos regulamentos técnicos. Além da mudança na liderança, a equipe promoveu Isack Hadjar para o segundo carro nesta temporada. O francês passou a dividir o grid com Max Verstappen, reencontrando Mekies, com quem já havia trabalhado anteriormente na equipe-irmã. Para Chandhok, essa nova configuração pode ter um impacto positivo, especialmente para Hadjar em seu primeiro ano com a Red Bull: “Deve ser”, disse o ex-piloto ao comentar se trabalhar novamente com Mekies seria um fator de confiança para o francês. O atual comentarista também destacou que a equipe mudou significativamente em comparação com temporadas anteriores: “É uma equipe muito diferente. Agora, Christian Horner saiu, Helmut Marko saiu. Este é o primeiro ano completo da era Laurent Mekies na Red Bull. Acho que talvez seja um ambiente com menos pressão”, afirmou. [caption id=\"attachment_458158\" align=\"alignnone\" width=\"2000\"] Foto: XPB Images[/caption] Historicamente, a Red Bull ficou conhecida por decisões duras com seus pilotos, especialmente aqueles que dividiram equipe com Verstappen. Hadjar é mais um nome em uma longa lista de companheiros que enfrentaram dificuldades ao lado do atual líder técnico do time, porém o francês vem se saindo melhor que seus antecessores. Mesmo com um início de temporada complicado para a equipe, Chandhok destacou a adaptação positiva do francês. O ex-piloto também citou a experiência anterior com Liam Lawson como exemplo de uma abordagem que não funcionou: “Não deu certo, não é, colocar aquela pressão de dar ao Lawson somente duas corridas para provar seu valor no carro. Isso nunca vai funcionar”, afirmou Chandhok. O comentarista ainda destacou que Hadjar não precisa necessariamente superar Verstappen para cumprir sua função: “Eles não precisam que ele supere Max. Eles precisam que ele esteja um ou dois décimos atrás e que, em um dia em que o Max tenha um problema, ele esteja lá”, acrescentou. Por fim, Chandhok elogiou o desempenho inicial do francês e reforçou que ele vem cumprindo essa expectativa: “Basta ficar logo atrás de Max, e até agora Isack tem feito isso”, completou.",
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