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Björk antecipa o novo álbum em uma exposição imersiva em Reykjavík

Vogue | Moda, Beleza, Desfiles, Lifestyle e Celebridades [Unoff… June 22, 2026
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Depois de levar o show "Cornucopia" aos cinemas do mundo inteiro em 2025, Björk volta a atenção para um novo projeto artístico, e dessa vez ele acontece em casa. A Galeria Nacional da Islândia, em Reykjavík, está inteiramente tomada por "Echolalia", a exposição que a cantora montou ao lado do bordador e diretor criativo James Merry dentro da programação do Reykjavík Arts Festival. São quatro salas: três instalações imersivas dela e uma mostra de Merry. Ecolalia é a repetição de sons e palavras ouvidos de outra pessoa, fase comum na infância, quando a criança aprende a falar. No caso de Björk, o termo aponta para uma artista que fez das parcerias um método, cinco décadas de carreira costuradas em diálogo com músicos, artistas visuais, dançarinos, cineastas e técnicos de estúdio. o A primeira sala olha para frente. Nela está uma obra inédita feita a partir do próximo álbum da cantora, ainda sem título e previsto para 2027, sucessor de "Fossora" (2022). É a primeira vez que o público escuta algo do disco. O som aparece em "Nerve-Bloom", peça que Björk desenvolveu com a pintora Natalia Kleszczewska e a diretora de computação gráfica Natalie Liu, que levou sete meses para ficar de pé. As outras duas instalações olham para trás, e para dentro. "Ancestress" e "Sorrowful Soil" nasceram na era de "Fossora" e são dedicadas a Hildur Rúna Hauksdóttir, mãe da artista e ativista ambiental, morta em 2018. É a primeira vez que as duas aparecem em escala teatral, e o espaço da galeria as transforma em ritual. Björk e James Merry Divulgação "Ancestress" acompanha uma procissão de músicos e dançarinos por um vale isolado da Islândia. Björk está em cena, ao lado do filho, Sindri Eldon, no coro. O filme reúne colaboradores de longa data, entre eles o cineasta Andrew Thomas Huang e o próprio James Merry, autor das máscaras e dos objetos rituais. "Sorrowful Soil" é um réquiem coral de nove partes. Trinta caixas de som espalhadas pela sala transmitem, cada uma, uma única voz do coro Hamrahlíð, sob regência de Þorgerður Ingólfsdóttir. Quem caminha pelo espaço passa da voz solta ao conjunto, do luto de uma pessoa só ao de todas. A quarta sala é de James Merry. "Metamorphlings" (Ummyndlingar, no original) é a primeira retrospectiva de museu do artista, com mais de 80 trabalhos feitos na última década, todos girando em torno da máscara como instrumento de transformação. Merry conheceu Björk por e-mail no fim dos anos 2000, quando estudava grego antigo em Oxford, e desde então ajuda a desenhar a estética dela. Na abertura da mostra, que aconteceu no começo do mês, a cantora apareceu de Bottega Veneta, sob direção criativa de Louise Trotter. A exposição ainda terá um desdobramento fora do museu. Em 12 de agosto, durante um eclipse solar com um minuto e quatro segundos de totalidade, Björk comanda um set de DJ no parque Víðistaðatún, ao lado de Arca, Sideproject e Ronja. A festa, que leva o nome de "Echolalia", celebra também os 40 anos da Smekkleysa, gravadora islandesa que ela ajudou a fundar. Serviço "echolalia" e "Metamorphlings" | Galeria Nacional da Islândia (Fríkirkjuvegur 7, Reykjavík) | até 20 de setembro Canal da Vogue Quer saber as principais novidades sobre moda, beleza, cultura e lifestyle? Siga o novo canal da Vogue no WhatsApp e receba tudo em primeira mão!

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