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  "publishedAt": "2026-06-01T17:36:00.000Z",
  "site": "https://www.jd1noticias.com",
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    "Justiça"
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  "textContent": "Menos de três meses após o feminicídio de Leise Aparecida Cruz, de 41 anos, em Anastácio, a Justiça condenou o companheiro dela, Edson Delgado, de 43 anos, a 30 anos de prisão pelo crime.\n\nO julgamento ocorreu na quarta-feira (27), apenas 83 dias depois do assassinato registrado em 6 de março deste ano. Além da pena pelo feminicídio, ele recebeu mais seis meses de prisão por fraude processual.\n\nA condenação foi definida pelo Tribunal do Júri de Anastácio após os jurados considerarem o réu culpado. A sentença foi proferida pelo juiz Luciano Pedro Beladelli.\n\nLeise foi encontrada morta dentro de uma residência em Anastácio. Inicialmente, a versão apresentada por Edson era de que a morte não apresentava sinais de violência. No entanto, informações do exame necroscópico e o trabalho de investigação da Polícia Civil apontaram indícios de morte violenta.\n\nDurante as investigações, Edson confessou que discutiu com a companheira na manhã do crime. Segundo o relato dele, houve agressões e ele segurou a vítima pelo pescoço e a empurrou contra uma parede.\n\nAlém do feminicídio, o homem também foi condenado por fraude processual. Conforme apontado no processo, ele tentou interferir na apuração ao atribuir a morte a causas naturais e buscar o sepultamento do corpo antes da conclusão das investigações.\n\nDo registro da ocorrência ao julgamento, o caso teve todas as etapas concluídas em 83 dias. O inquérito foi finalizado pela Polícia Civil, a denúncia foi apresentada pelo Ministério Público e o processo passou pelas fases de instrução, produção de provas, defesa, alegações finais e decisão de pronúncia até chegar ao Tribunal do Júri.\n\nSegundo o magistrado, a atuação da Polícia Civil, do Ministério Público e do Judiciário permitiu que o caso fosse julgado em prazo reduzido, respeitando todas as etapas previstas na legislação.",
  "title": "Em menos de três meses após o crime, homem que matou companheira e alegou morte natural é condenado"
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