{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreid7m2r7ua2rm45bntg6bvgctukkkmbql6qk6wnnni63oh3fkuazhq",
    "uri": "at://did:plc:2qezdd7rxwykpbwu37rn57j5/app.bsky.feed.post/3mlo3libdzxs2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreicroiwwlqjr543y6qxkmfskyr3nhfa3owu4hkutg2biwsj6gqergq"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 26780
  },
  "path": "/cidade/operacao-buraco-sem-fim-apreendeu-quase-meio-milhao-em-especie-na/170961/",
  "publishedAt": "2026-05-12T14:38:00.000Z",
  "site": "https://www.jd1noticias.com",
  "tags": [
    "Cidade"
  ],
  "textContent": "Quase meio milhão de reais em dinheiro vivo foi apreendido durante a Operação “Buraco Sem Fim”, deflagrada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) na manhã desta terça-feira (12), em investigação que apura suposto esquema de fraudes em contratos de tapa-buraco e manutenção de vias em Campo Grande. Ao todo, foram encontrados pelo menos R$ 429 mil em espécie durante o cumprimento dos mandados.\n\nSegundo o MPMS, só na casa de um servidor foram apreendidos R$ 186 mil em dinheiro vivo. Em outro endereço alvo da operação, equipes encontraram mais R$ 233 mil em notas de real.\n\nA investigação é conduzida pelo Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc), em conjunto com o Gaeco, a Unidade de Apoio à Investigação do CI/MPMS e a 31ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público da Capital. Foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão em Campo Grande.\n\nConforme o Ministério Público, o esquema investigado teria ocorrido entre 2018 e 2025, abrangendo as gestões do ex-prefeito Marquinhos Trad e da prefeita Adriane Lopes. As apurações apontam para fraudes sistemáticas na execução dos serviços de manutenção de vias públicas, com manipulação de medições e pagamentos indevidos.\n\nDe acordo com o MPMS, os pagamentos realizados não correspondiam aos serviços efetivamente executados, o que teria permitido desvios de dinheiro público, enriquecimento ilícito dos investigados e contribuído para a má qualidade das ruas da Capital.\n\nLevantamento da investigação indica que a empresa investigada acumulou contratos e aditivos que somam R$ 113,7 milhões no período analisado.\n\nEntre os alvos da operação está a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep). Conforme divulgado anteriormente pelo JD1, o coordenador do serviço de tapa-buraco, Edivaldo Aquino, foi preso durante a ação. O engenheiro Mehdi Talayeh, que atua como coordenador na pasta, também foi detido.",
  "title": "Operação \"Buraco Sem Fim\" apreendeu quase meio milhão em espécie na Capital"
}