{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreicikp5y3apzapb7sosejuwccvoglsz3ikpwgoflastueq2byn34ry",
"uri": "at://did:plc:2qezdd7rxwykpbwu37rn57j5/app.bsky.feed.post/3mgdubbvkgyg2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreigsu3r2rcvbnebantnl57tc267qbrkqcqebqvojduytmr4mvorika"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 9221
},
"path": "/brasil/mes-da-mulher-sus-ganha-teleatendimento-para-mulheres-expostas-a/167928/",
"publishedAt": "2026-03-05T21:41:00.000Z",
"site": "https://www.jd1noticias.com",
"tags": [
"Brasil"
],
"textContent": "Mulheres expostas à violência ou em vulnerabilidade psicossocial que vivem no Recife e no Rio de Janeiro terão acesso a teleatendimento em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir deste mês. O cronograma do Ministério da Saúde prevê que, em maio, a ação chegará a cidades com mais de 150 mil habitantes e, em junho, ao restante do país.\n\nEm nota, a pasta informou que estão previstos 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos ao ano, por meio de parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).\n\nPara ter acesso ao serviço, as mulheres poderão ser orientadas e encaminhadas por unidades da atenção primária à saúde, unidades básicas de saúde (UBS) e serviços da rede de proteção.\n\nTambém será possível buscar o atendimento diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital, por meio de um mini app previsto para começar a funcionar no fim do mês.\n\nNa plataforma, a mulher fará um cadastro para avaliação inicial da situação de violência e, a partir dessas informações, o aplicativo enviará uma mensagem com o dia e o horário do teleatendimento.\n\nA primeira consulta, segundo o ministério, identificará riscos, rede de apoio e demandas, com articulação junto a serviços de referência.\n\n“A gente lançou esta semana o teleatendimento como suporte para pessoas que já estão em situação de compulsão por jogos eletrônicos. E a gente vai construir o mesmo modelo, mas com arranjos diferentes na relação com a atenção primária em saúde e na pactuação com estados e municípios”, detalhou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.\n\n“Ofertar esse teleatendimento com psiquiatra, psicólogo, assistente social e, em algumas situações, com terapeuta ocupacional para mulheres – não só aquelas que já foram vítimas de violência, mas àquelas que estão sinalizando ou que estão em extrema vulnerabilidade”, completou.",
"title": "Mês da mulher: SUS ganha teleatendimento para mulheres expostas à violência"
}