{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreida5y2dfvclqscdd4nvwj65auer4wgpdqlds7lpev5x5ux2t7cld4",
"uri": "at://did:plc:2qezdd7rxwykpbwu37rn57j5/app.bsky.feed.post/3mf5paiadceb2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreifawnx65hz5feiu62zfti7twmzlcwwcrzg77ai2hfwwfurdvm3ti4"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 17474
},
"path": "/politica/cpi-do-crime-organizado-pode-ouvir-familiares-de-ministros/167205/",
"publishedAt": "2026-02-18T17:51:00.000Z",
"site": "https://www.jd1noticias.com",
"tags": [
"Política"
],
"textContent": "A CPI do Crime Organizado retoma os trabalhos após o Carnaval e tem reunião deliberativa marcada para a próxima quarta-feira (25). Na pauta estão requerimentos ligados ao Banco Master, incluindo convites ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes e irmãos do ministro José Antonio Dias Toffoli.\n\nNo caso de Toffoli, a convocação aprovada na comissão é direcionada a seus irmãos, José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, e não ao ministro. Eles são citados por terem participação em empresa que negociou, com fundos ligados ao Banco Master, participação em um resort no Paraná. À época, Toffoli era relator no STF de inquérito que investigava suspeitas de fraudes envolvendo o banco, mas deixou a relatoria recentemente.\n\nTambém pode ser votado convite à advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, sob a justificativa de que teria mantido contrato de prestação de serviços com o Banco Master.\n\nA CPI ainda avalia convocações de dirigentes e ex-dirigentes da instituição financeira, entre eles o ex-CEO Augusto Ferreira Lima, o controlador Daniel Vorcaro e outros executivos da área de tesouraria, riscos e compliance. Parlamentares afirmam que a Operação Carbono Oculto, conduzida pelo Ministério Público de São Paulo, identificou possíveis conexões entre estruturas financeiras ligadas ao banco e esquemas de lavagem de dinheiro atribuídos ao PCC.\n\nHá ainda pedidos para compartilhamento de relatórios do Coaf, transferência de sigilos bancários do Master e envio de informações à Anac sobre ativos aeronáuticos vinculados a investigados.\n\nAntes das votações, a CPI deve ouvir o ex-deputado estadual do Rio de Janeiro Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias. Ele foi indiciado pela Polícia Federal sob suspeita de ligação com facções criminosas. O relator da comissão afirma que o depoimento é importante para compreender a infiltração do crime organizado em estruturas financeiras e no poder público.",
"title": "CPI do Crime Organizado pode ouvir familiares de ministros"
}